- O Senado pode votar a nova lei do impeachment caso o STF avance com a liminar de Gilmar Mendes, segundo aliados.
- Moraes é alvo de um projeto de lei nos Estados Unidos, em meio a debate sobre censura estrangeira.
- Flávio Bolsonaro avança na pré-candidatura à Presidência com apoios de lideranças e reação do PT; governador Tarcísio de Freitas já aderiu.
- Michelle Bolsonaro deixou a presidência do PL Mulher, citando problemas de saúde relacionados à prisão de Jair Bolsonaro; o PL afirmou ter superado um milhão de filiados.
- Debates sobre transição energética, impostos e regulamentação de aplicativos ganham força, com propostas do GUI para 2026 e atos por anistia em São Paulo.
A crise entre Judiciário e Legislativo ganha novo capítulo com a possibilidade de o Senado votar a nova lei do impeachment, caso o STF avance com a liminar pedida pelo ministro Gilmar Mendes. A decisão é vista como determinante para o ritmo da tramitação, diante de decisões do STF que rebatem ações do Legislativo.
No centro da tensão está o ministro Alexandre de Moraes, alvo de um projeto de lei nos Estados Unidos que critica censura e influencia o debate sobre liberdade de expressão. O STF, por sua vez, aborda pedidos envolvendo Filipe Martins, sem incluir o ministro Luiz Fux no julgamento, segundo informações oficiais.
Atualizações sobre o cenário político
O ministro Edson Fachin trabalha em um código de conduta para a Corte, enquanto a disputa pela liderança da direita ganha fôlego com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O senador recebe apoio de governadores e outros aliados, ampliando as negociações entre siglas.
Flávio Bolsonaro avança na corrida presidencial com apoio público de parte da base bolsonarista e de setores do mercado. O governador Tarcísio de Freitas afirmou apoio formal, enquanto o PT sinaliza mobilização contra a candidatura, incluindo possíveis manifestações em 8 de janeiro.
Movimentos dentro dos palácios e na rua
Michelle Bolsonaro deixou a presidência do PL Mulher, citando motivos de saúde ligados à prisão de Jair Bolsonaro. O PL, por sua vez, anunciou ter superado 1 milhão de filiados após o caso, alimentando debates sobre futuro da legenda.
Apoiadores de Bolsonaro realizaram ato na Avenida Paulista, defendendo anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O movimento não teve apoio uníssono entre as siglas, com líderes como Paulinho da Força divergindo sobre anistia.
Economia, regulação e transição energética
Em termos econômicos, há propostas de taxação que podem enfrentar contestação judicial, com fenômeno de isenção no Simples Nacional em risco segundo especialistas. O governo federal determinou prazo de 60 dias para que ministérios apresentem propostas de transição energética.
Debates sobre regulamentação de aplicativos continuam, com propostas para tabelar preços de plataformas e regras baseadas na CLT. O governo espera encaminhar propostas que conciliem inovação, concorrência e proteção ao consumidor.
Fontes e contexto
As informações refletem movimentos entre Judiciário, Legislativo e governo, com debates sobre eleições de 2026, decisões judiciais e impactos internos de prisões políticas. O texto recorta fatos verificados e destaca desdobramentos relevantes para o cenário público brasileiro.
Entre na conversa da comunidade