- O senador Flávio Bolsonaro reuniu lideranças do Centrão e da direita em Brasília para pedir apoio à sua pré-candidatura, três dias após o anúncio do plano.
- A reunião na mansão de Flávio Durou quase três horas e não houve definição de alianças.
- Estiveram presentes Antônio Rueda (União Brasil), Ciro Nogueira (Progressistas) e Rogério Marinho (PL); Rueda e Nogueira ficaram de levar o tema aos seus partidos.
- Um dos entraves para a adesão do União Brasil é que o partido já lançou Ronaldo Caiado, governador de Goiás, como candidato.
- Líderes de direita discutiram nomes que poderiam unificar centro e direita, como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior, mas destacaram que a decisão depende de viabilidade, pesquisas e consenso entre os partidos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu lideranças do Centrão e da direita em Brasília para pedir apoio à sua pré-candidatura, três dias após anunciar a intenção de concorrer à Presidência. O encontro ocorreu na residência de Flávio e não definiu alianças.
Participaram do encontro Antônio Rueda, presidente do União Brasil, Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, o presidente do PL, Flávio, e o secretário-geral Rogério Marinho (RN). Rueda e Ciro disseram que levarão o tema aos seus respectivos partidos.
Marinho afirmou que as conversas sobre alianças para derrotar o PT em 2026 começaram após o desembarque do União e do PP do governo Lula, e que foram retomadas com a pré-candidatura de Flávio. O tom foi de abertura, sem sinalizadores de acordo imediato.
Entre os entraves à adesão do União está a candidatura já lançada de Ronaldo Caiado (GO) ao governo. O encontro ocorreu após Flávio ter feito, na sexta-feira anterior, declarações sobre continuidade do projeto, que provocaram reações no mercado e entre aliados do Centrão.
Líderes da direita comentaram possíveis caminhos. Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que pode apoiar Flávio, mas ressaltou que o tempo dirá se será a melhor opção. Ciro Nogueira destacou que a decisão precisa envolver estudos de viabilidade e participação dos partidos aliados.
O senador ressaltou que nomes como Ratinho Júnior (PR) também podem ser considerados para unificar setores do centro e da direita, mas admitiu que a política pode mudar. A reunião, segundo ele, não representa definição imediata de composição para 2026.
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