- Lula lançou a nova CNH e regulamentou as novas regras do Contran que dispensam a autoescola.
- O comunicado aponta que o custo de emissão pode cair até 80%, partindo de um patamar atual entre R$ 3,2 mil e R$ 4 mil.
- O presidente disse que “o povo não tem emenda parlamentar” para pagar a CNH, destacando a diferença para quem não tem recursos.
- Dentro do governo, há atritos: Renan Filho apoia a medida, Gleisi Hoffman é contrária.
- A medida pode influenciar o cenário eleitoral de 2026 ao reduzir despesas para quem precisa da CNH.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do lançamento da nova CNH nesta terça-feira (9), em Brasília, regulamentando as novas regras do Contran que dispensam a autoescola. A medida facilita a obtenção do documento.
O ato aponta que as aulas presenciais podem deixar de ser exigidas, com foco em reduzir custos para o cidadão. Estima-se que o preço da emissão da CNH caia até 80%, atualmente entre R$ 3,2 mil e R$ 4 mil.
A expectativa é ampliar o acesso à CNH e acelerar o processo de regularização de motoristas, sobretudo de quem nunca teve consultoria formal para obtenção do documento.
Conflito interno no governo
Renan Filho ( MDB ), ministro dos Transportes, apoiou a proposta, apontando ganhos práticos para o cidadão. Gleisi Hoffmann (PT), ministra da Casa Civil, manifestou contrariedade à medida.
Apesar das discordâncias, o governo afirma ter o aval do presidente e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). A discussão interna ganha atenção diante do cenário político para 2026.
O tema é visto como potencial elemento de atração eleitoral, com impactos previstos no fôlego político do governo entre eleitores que enfrentam dificuldades para arcar com os custos da CNH.
Entre na conversa da comunidade