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Lula alfineta Congresso no lançamento da CNH sem autoescola

Nova CNH dispensa autoescola, reduz custos em até oitenta por cento (de ~R$ 3,2 mil a R$ 4 mil), com provável impacto eleitoral em 2026 e atritos entre ministérios

Brasília (DF), 09/12/2025 " O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da cerimônia de regulamentação, pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), das novas regras que facilitam o acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do Brasil. (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)
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  • Lula lançou a nova CNH e regulamentou as novas regras do Contran que dispensam a autoescola.
  • O comunicado aponta que o custo de emissão pode cair até 80%, partindo de um patamar atual entre R$ 3,2 mil e R$ 4 mil.
  • O presidente disse que “o povo não tem emenda parlamentar” para pagar a CNH, destacando a diferença para quem não tem recursos.
  • Dentro do governo, há atritos: Renan Filho apoia a medida, Gleisi Hoffman é contrária.
  • A medida pode influenciar o cenário eleitoral de 2026 ao reduzir despesas para quem precisa da CNH.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do lançamento da nova CNH nesta terça-feira (9), em Brasília, regulamentando as novas regras do Contran que dispensam a autoescola. A medida facilita a obtenção do documento.

O ato aponta que as aulas presenciais podem deixar de ser exigidas, com foco em reduzir custos para o cidadão. Estima-se que o preço da emissão da CNH caia até 80%, atualmente entre R$ 3,2 mil e R$ 4 mil.

A expectativa é ampliar o acesso à CNH e acelerar o processo de regularização de motoristas, sobretudo de quem nunca teve consultoria formal para obtenção do documento.

Conflito interno no governo

Renan Filho ( MDB ), ministro dos Transportes, apoiou a proposta, apontando ganhos práticos para o cidadão. Gleisi Hoffmann (PT), ministra da Casa Civil, manifestou contrariedade à medida.

Apesar das discordâncias, o governo afirma ter o aval do presidente e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). A discussão interna ganha atenção diante do cenário político para 2026.

O tema é visto como potencial elemento de atração eleitoral, com impactos previstos no fôlego político do governo entre eleitores que enfrentam dificuldades para arcar com os custos da CNH.

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