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Lula critica tornozeleira para agressores de mulheres e cita tentativa de remoção

Em Brasília, Lula critica a retirada da tornozeleira de agressores e anuncia mutirão educacional nacional para coibir feminicídio, envolvendo Legislativo, Judiciário e sociedade

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Lula critica tornozeleira a agressores de mulheres e diz que ‘até um presidente tentou tirar’
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  • Nesta segunda-feira, 8, durante a CNAS em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso de tornozeleira eletrônica para agressores de violência contra mulheres.
  • Ele citou a tentativa de Jair Bolsonaro de retirar o monitoramento como exemplo de retrocesso na proteção às vítimas.
  • Lula afirmou que, mesmo com medidas restritivas, é necessário ampliar a vigilância e a responsabilização de agressores para não deixar mulheres vulneráveis em casa.
  • O presidente anunciou um mutirão educacional nacional e a mobilização do Legislativo, Judiciário e sociedade para coibir feminicídios.
  • Também pediu o envolvimento de Congresso, Senado, Câmara, Suprema Corte, tribunais estaduais e entidades para promover a educação de homens e crianças, buscando reduzir a violência contra mulheres.

Nesta segunda-feira, 8, o presidente Lula criticou o uso de tornozeleira eletrônica para homens condenados por agredir mulheres. O pronunciamento ocorreu na 14ª Conferência Nacional de Assistência Social, em Brasília, durante fala que tratou de violência contra a mulher e monitoramento.

Lula mencionou a tentativa de Bolsonaro, condenado pela trama golpista, de retirar o monitoramento. O presidente afirmou que, apesar de medidas de proteção, há casos em que a mulher fica desprotegida em casa, enquanto o agressor pode se aproximar.

O discurso apontou a necessidade de uma resposta ampliada ao problema, com mobilização nacional para coibir feminicídio. O presidente pediu envolvimento do Congresso, Poder Judiciário, sindicatos e líderes religiosos, em um mutirão educacional para reeducar homens desde a escola.

Mutirão educacional e participação institucional

A proposta inclui atuação conjunta do Legislativo, do Judiciário e da sociedade civil. Lula afirmou que a educação é essencial para mudar comportamentos e reduzir a violência contra mulheres. A CNAS reuniu autoridades e trabalhadores sociais em Brasília.

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