- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é visto como principal nome do bolsonarismo para o Planalto e comentou pela primeira vez a indicação de Flávio Bolsonaro.
- Flávio Bolsonaro informou ter recebido bênçãos do pai para a candidatura, mas sinalizou a possibilidade de desistir se Bolsonaro for o concorrente; o ex-presidente permanece preso.
- Tarcísio afirmou que a lealdade a Bolsonaro é inegociável e que o apoio será mantido, independentemente de desfechos futuros.
- O governador inaugurou uma unidade de saúde em Diadema e foi recebido pelo público com gritos de “presidente”.
- Ainda sobre o tema, Flávio indicou que a desistência pode ocorrer caso Bolsonaro concorra, condicionando a negociação a essa hipótese.
O governador Tarcísio de Freitas, considerado o principal nome do bolsonarismo ao Planalto, quebrou o silêncio sobre a indicação de Flávio Bolsonaro. Ele reforçou a lealdade a Bolsonaro após reunião com o filho na sexta-feira. O ex-presidente permanece preso.
Tarcísio afirmou ter conversado com Flávio na sexta e destacou a relação de confiança com Bolsonaro. Ao participar de uma inauguração de unidade de saúde em Diadema, cidade da Grande São Paulo, ele ressaltou a importância de manter o alinhamento com o presidente e citou a responsabilidade do jovem político.
O governador afirmou que Flávio tem papel central na discussão sobre o futuro do Brasil. Ainda nessa linha, afirmou que Flávio poderá liderar o projeto, contando com o apoio dele, desde que haja condições para avançar. Avaliações sobre a estratégia devem se intensificar ao longo do tempo.
Alinhamento com Bolsonaro
Flávio Bolsonaro informou ter recebido bênçãos do pai para concorrer, mas indicou a possibilidade de desistir da corrida presidencial. O desfecho dependeria de uma negociação que envolve a possibilidade de Bolsonaro também concorrer, conforme declaração posterior do senador.
Situação de Bolsonaro
O ex-presidente continua preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, cumprindo pena determinada pelo Supremo Tribunal Federal. As decisões sobre a candidatura presidencial seguem como tema em debate entre aliados, sem confirmação oficial até o momento.
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