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União Brasil expulsa Celso Sabino por não romper com Lula

União Brasil expulsa o ministro Celso Sabino, evidenciando divisão entre quem defende romper com Lula e a base aliada ao governo

União Brasil expulsa Celso Sabino por não romper com Lula
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  • A cúpula do União Brasil formalizou, nesta segunda-feira, a expulsão do ministro do Turismo, Celso Sabino (PA).
  • Sabino reagiu nas redes sociais, dizendo que permanece no cargo por responsabilidade administrativa e por projetos considerados essenciais, e que sai “com a ficha limpa”.
  • A decisão amplia a divisão interna do partido entre quem defende romper com o governo Lula e quem sustenta a base aliada ao governo.
  • O processo disciplinar teve início em outubro, com o afastamento temporário de Sabino das atividades partidárias, e a Comissão de Ética recomendou a expulsão por infidelidade partidária em novembro.
  • Sabino chegou a defender manter-se no Ministério até o fim do ano, após resistir a orientação de romper com Lula e cobrar bom senso ao União.

Nesta segunda-feira (8), a cúpula do União Brasil formalizou a expulsão do ministro do Turismo, Celso Sabino (PA). O afastamento já tinha sido determinado em outubro, quando o parlamentar foi temporariamente afastado das atividades partidárias.

A decisão ocorre em meio a uma crise interna no partido, que discute romper ou manter aliança com o governo Lula. Sabino criticou a posição da sigla e afirmou que permanece no cargo por responsabilidade administrativa e por projetos considerados essenciais.

Sabino reagiu nas redes sociais, dizendo que sai “com a ficha limpa” e que não se curvou diante de pressões para abandonar o Ministério. Ele destacou ter trabalhado pelo Brasil, geração de empregos e turismo.

Expulsão formalizada

Segundo a direção do União Brasil, a decisão foi tomada após Sabino manter posição pró-gestão petista e resistir a romper com o governo. O processo começou em outubro, com afastamento das atividades partidárias, e a Comissão de Ética recomendou expulsão por infidelidade em novembro.

O episódio evidencia a divisão interna entre dirigentes que pretendem romper com Lula e uma base no Congresso disposta a permanecer ao lado do governo. Sabino deixou claro que não rompeu com o Palácio do Planalto, inclusive ao cobrar “bom senso” da sigla.

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