- A greve de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo paralisou parte do sistema, com início às 16h, impactando diversas regiões da cidade.
- Após reunião, ficou acordado o retorno imediato do serviço e que a frota voltaria a operar normalmente.
- As empresas se comprometeram a pagar o 13º salário dos trabalhadores no dia 12 de dezembro; também há previsão de caducidade das concessionárias que não cumprirem o acordo.
- A Prefeitura registrou boletim de ocorrência contra as empresas que aderiram à greve sem seguir as normas legais.
- Quase 100% da categoria encerrou a paralisação, e o prefeito afirmou que seguirá tomando medidas contra descumprimentos e reforçou a cobrança de cumprimento do acordo.
Em São Paulo, motoristas e cobradores de ônibus encerraram a greve nesta terça-feira, 9 de dezembro. Após reunião com a prefeitura, sindicatos e empresas, ficou acordado o retorno imediato das atividades e o pagamento do 13º salário e de benefícios no dia 12 de dezembro. O serviço será restabelecido com toda a frota em operação.
A Prefeitura afirmou que não houve atraso de repasses aos concessionários e que adotará medidas duras contra empresas que descumprirem o acordo. A caducidade das concessionárias que não honrarem o pagamento poderá ser acionada pela administração municipal.
Em comunicado, o SindMotoristas informou que o acordo também prevê o pagamento de vale-refeição nas férias, relativo aos meses de setembro a novembro, além do 13º salário. O entendimento foi confirmado por representantes das empresas e do governo durante a reunião.
O que motivou e como ficou o quadro
A paralisação começou às 16h e afetou linhas em diversas regiões da capital, com quase 100% da categoria aderindo. O retorno ocorre após a prefeitura responsabilizar as empresas e exigir cumprimento estrito do acordo. A Justiça tem papel de lastro para decisões futuras.
De acordo com o prefeito, haverá notificação na segunda-feira, dia 13, para início imediato do processo de caducidade das empresas que não cumprirem o pagamento do 13º no dia 12. A ideia é devolver o controle do transporte à gestão pública caso haja descumprimento.
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