- Keir Starmer nomeou 25 novos pares trabalhistas, elevando o total de pares sob seu comando para 62 na Câmara dos Lordes.
- Entre os nomeados estão Matthew Doyle, Katie Martin, Carol Linforth e Richard Walker, além de Michael Barber e Len Duvall.
- A lista foi divulgada como parte de um esforço para fortalecer a presença do Labour na Câmara alta.
- Reformistas eleitorais criticam o processo de nomeação, dizendo que pode ser usado para premiar aliados e reduzir a democracia.
- O Labour já havia prometido reformar a Câmara dos Lordes, com aposentadoria obrigatória de oitenta anos e substituição por um órgão regionalmente mais representativo.
Keir Starmer nomeou 25 novos pares trabalhistas para a Câmara dos Lordes, ampliando o número de membros conservando o ritmo de nomeações. Entre os indicados estão ex-funcionários de alto escalão e assessores da liderança.
A lista inclui Matthew Doyle, ex-diretor de comunicações do No 10, e Katie Martin, ex-chefe de gabinete de Rachel Reeves. Também aparecem Carol Linforth, ex-chefe de operações do comando trabalhista, e Richard Walker, presidente executivo da Iceland e financiador do Labour.
No total, Starmer já elevou o grupo de pares para 62, somando as 30 nomeações anunciadas em dezembro e sete já criados para ocuparem cargos ministeriais. Críticos da reforma eleitoral veem o processo como prejudicial à democracia.
Contexto e reação
O Labour prometeu reforma da Câmara, com aposentadoria compulsória aos 80 anos e criação de um segundo órgão regional para substituí-la. A medida visa aprofundar o equilíbrio na Lords e facilitar a agenda legislativa do governo.
Críticas destacam que a composição da Câmara pode continuar favorecendo o governo, enquanto o partido tenta justificar a mudança como etapa de modernização e diversificação. Decisões recentes já suscitaram debates entre reformistas.
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