- O governo trabalhista lançou uma estratégia de três anos para reduzir a população ememergency housing, com metas para acabar com o uso de bed and breakfasts, exceto em emergências.
- Dados de organizações como Shelter indicam aumento de desabrigados no país, com mais de 380 mil pessoas sem moradia na Inglaterra e um recorde de 350 mil em habitação temporária.
- O plano prevê centenas de milhões de libras em fundos para habitação temporária e moradias mais estáveis, incluindo um fundo de £124 milhões para moradia com suporte a quem tem necessidades complexas.
- Uma possível lei de “dever de colaboração” obrigaria órgãos públicos a trabalharem juntos para evitar liberações de prisão ou altas hospitalares na rua, com metas como reduzir pela metade os desabrigados na primeira noite após saída da prisão.
- Críticas vieram de opositores e do prefeito de Greater Manchester, Andy Burnham, que contestam o congelamento do valor do auxílio habitacional, enquanto defensores dizem que a medida agrava a falta de moradia no curto prazo.
O governo trabalhista apresentou uma nova estratégia para reduzir o número de pessoas sem-teto e eliminar o uso de bed and breakfasts (B&Bs) como moradia emergencial. A medida inclui fundos bilionários para habitação temporária e uma lei de “dever de colaboração” entre órgãos públicos, visando evitar despejos e melhorar a transição de pessoas para moradias estáveis.
A proposta prevê financiamento de centenas de milhões para melhorar a acomodação temporária e ampliar a oferta de casas sociais. Além disso, o governo promete metas claras, como reduzir o uso de B&Bs e diminuir o número de pessoas em situação de rua desde a entrada no mandato até o final do parlamento.
Paralelamente, críticos e a oposição questionam a eficácia das ações, especialmente a manutenção ou aumento de benefícios habitacionais em regimes de aluguel social. Observadores apontam que mudanças estruturais no mercado imobiliário e na renda são essenciais para resultados duradouros.
A ministra responsável, Alison McGovern, afirmou que a meta é “encerrar o uso de B&Bs” em situações emergenciais apenas, com melhoria de moradias temporárias e maior disponibilidade de habitação social. Ela destacou que o desafio é grande, mas que o governo acredita ser possível.
O pacote inclui a criação de um diploma de cooperação obrigatória entre serviços de saúde, justiça e habitação. A ideia é evitar que pessoas sejam lançadas à rua ao deixar prisão ou alta hospitalar, com metas como reduzir pela metade a população que passa a dormir na primeira noite fora de uma instituição.
Representantes da indústria, associações de moradia e organizações de defesa dos vulneráveis pedem critérios mais precisos sobre prazos,allocated resources e responsabilidades. O movimento enfatiza a necessidade de acompanhamento de impactos e transparência.
Especialistas ressaltam que ações rápidas dependem de revisão de políticas de aluguel e de aumento de tarifas assistenciais, para impedir novas situações de despejo. A proposta, contudo, não prevê elevação de benefícios de aluguel, segundo apuração de fontes oficiais.
O governo afirma que a estratégia se fundamenta em dados de denúncias de entidades como Shelter, que apontam aumento da população em situação de rua nos últimos meses. A gestão sustenta que a prioridade é construir mais casas e garantir rendas estáveis para evitar novas desocupações.
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