- Edinho Silva disse que a candidatura de Flávio Bolsonaro a presidente em 2026 não deve ser levada a sério, enquanto Flávio afirma ser irreversível e que há negociações em curso.
- O PT confirma que Lula disputará a reeleição em 2026 e que a prioridade é mostrar as entregas do governo.
- Edinho afirmou que o vice-presidente Geraldo Alckmin poderá ocupar o espaço que desejar na política nacional; Haddad é citado como líder nacional relevante.
- O presidente nacional do PT citou ainda Camilo Santana e Rafael Fonteles como lideranças emergentes que podem ganhar projeção nacional.
- Em outra frente, o Congresso mobiliza a votação do PL da Dosimetria, que pode reduzir penas para envolvidos em atos golpistas; o tema tem resistência da bancada contra o texto original.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira que não dá para levar a sério a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Flávio havia dito, no fim de semana, que pode abrir mão mediante negociação. Edinho sustenta que a candidatura é improvável de ser levada a sério.
Ele reiterou que Lula disputará a reeleição em 2026 e que a principal missão do PT é mostrar as entregas do governo. Edinho ressaltou que a prioridade do partido é confirmar o legado de Lula e as políticas públicas já implementadas.
Esclarecimentos sobre palanques e lideranças
Edinho citou Geraldo Alckmin como líder nacional de primeira linha e afirmou que ele poderá ocupar o espaço que desejar na política. Também mencionou a possibilidade de abrir conversas com Fernando Haddad sobre governança em São Paulo.
O presidente petista disse que Haddad é, hoje, o principal líder nacional após Lula. Também citou Camilo Santana e Rafael Fonteles como lideranças emergentes com potencial a nível nacional. Questionado, não descartou o papel de Alckmin em futura disputa.
Possíveis cenários para São Paulo
Sobre o governo de São Paulo, Edinho indicou que Alckmin é cotado para disputar o cargo se quiser. A ideia é definir um caminho que preserve coalizões e fortaleça a base do PT. Não houve confirmação de candidatura oficial neste momento.
O PT também comentou a possibilidade de o governador de SP, Tarcísio de Freitas, ser apontado como candidato da direita. Edinho afirmou que ele tende a se consolidar como líder do campo ultradireita, sem indicar apoio ou oposição.
Destaques da agenda interna do PT
Durante a fala, Edinho abordou ainda a votação do PL da Dosimetria. O texto, que pode reduzir penas de envolvidos em atos golpistas, foi pautado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta. A proposta tem resistências no plenário e no Senado.
A bancada, segundo Edinho, deve manter postura contrária à redução de penas conforme o texto original. O tema deve provocar debates jurídicos e políticos no Congresso nas próximas semanas.
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