- O Ministério da Saúde formalizou em Londres um acordo estratégico com o Reino Unido para fortalecer as políticas de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar o acesso a tratamentos inovadores.
- A parceria prevê qualificar processos, reduzir riscos para pacientes e para o orçamento público, incluir negociação de preços e incorporar ferramentas de Inteligência Artificial.
- A assinatura ocorreu nesta terça-feira, 9, em Londres, entre a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE).
- O acordo estabelece diretrizes nacionais, missões técnicas, trocas com especialistas e participação em comitês, além de ampliar a transparência e a gestão de conflitos de interesse.
- A iniciativa decorre da carta de intenções assinada entre Brasil e Reino Unido em outubro de 2025 e visa fortalecer capacidades de ATS, com cooperação em IA e saúde digital.
O Ministério da Saúde do Brasil assinou, em Londres, um acordo estratégico com o Reino Unido para fortalecer a Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no SUS. O objetivo é qualificar processos, reduzir riscos para pacientes e para o orçamento público, além de ampliar a negociação de preços e a integração de Inteligência Artificial (IA).
A assinatura ocorreu nesta terça-feira, 9 de outubro de 2025, com a participação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e do National Institute for Health and Care Excellence (NICE). O pacto reforça o compromisso com a incorporação responsável de tecnologias, fortalecendo capacidades técnicas e institucionais para enfrentar desafios na saúde pública.
Cooperação, transparência e IA
O acordo cria diretrizes e fluxos para um programa nacional, com intercâmbio entre especialistas do NICE e da Conitec, missões técnicas e participação em comitês. Também prioriza maior transparência e melhoria na gestão de conflitos de interesse na avaliação de tecnologias em saúde.
Haverá cooperação para aplicar IA nos processos de avaliação e para promover oficinas técnicas que facilitem a incorporação dessas ferramentas no dia a dia. O objetivo é aproximar o ecossistema brasileiro do britânico, discutindo regulação, avaliação e acesso a novos tratamentos.
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