- O senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do projeto de dosimetria na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, não garantiu a inclusão de anistia em seu relatório.
- Ele afirmou que é muito provável que apareça alguma emenda pedindo a inclusão da anistia, mas não há compromisso de que isso vá entrar no texto.
- O comentário ocorreu após a aprovação do texto na Câmara, em regime de urgência, com o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) como autor do projeto.
- O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), anunciou Amin como relator logo após a aprovação na Câmara.
- Existem expectativas de pedidos de vista durante a leitura do relatório, o que pode atrasar a votação para depois do recesso, com Randolfe Rodrigues (PT-AP) já sinalizando a intenção.
O senador Esperidião Amin, relator do projeto da dosimetria na CCJ do Senado, não garantiu a inclusão de uma anistia em seu relatório. Ainda assim, disse que é muito provável que apareça alguma emenda pedindo essa medida. A afirmação ocorreu nesta quarta-feira, após a aprovação do texto na Câmara em regime de urgência.
Logo após a aprovação, o presidente da CCJ, Otto Alencar, anunciou Amin como relator. Embora haja possibilidade de emendas, Amin avalia que a inclusão da anistia possui baixa probabilidade de aprovação.
A leitura do relatório deve contar com pedidos de vista, o que pode atrasar a votação para depois do recesso. Randolfe Rodrigues já sinalizou a intenção de solicitar vista.
Emendas e cronograma
A expectativa é de que haja pedidos de vista durante a apreciação, dificultando um desfecho ainda neste ano. A tendência é que a votação ocorra apenas após o recesso, conforme avaliação de senadores.
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