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Gustavo Gayer é indiciado pela PF por desvio de cota parlamentar

Indiciados Gustavo Gayer e filho por uso indevido da cota parlamentar; caso ligado à Operação Discalculia e atos de oito de janeiro, em Brasília, sob segredo de justiça

A PF indiciou o deputado federal GUstavo Gayer; ele gravou um vídeo desmentindo tudo. (Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados)
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  • O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi indiciado pela Polícia Federal por suposto uso indevido da cota parlamentar; o filho dele, de 22 anos, também foi indiciado.
  • A PF aponta desvio de recursos da cota para gastos privados; o inquérito tem relação com a Operação Discalculia e envolve atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.
  • O caso corre sob segredo de justiça.
  • Gayer, em vídeo, negou as acusações e afirmou que houve tentativa de esconder uma loja de inglês em seu gabinete.
  • O deputado citou a comparação com o processo que levou Jair Bolsonaro a enfrentar questões legais, destacando o que chamou de “podridão” do que está acontecendo.

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi indiciado pela Polícia Federal por suposto uso indevido da cota parlamentar. O jornal afirma que o parlamentar teria desviado recursos para gastos pessoais, em investigação associada à Operação Discalculia. O caso envolve atos ocorridos em Brasília, com desdobramentos recentes.

Além de Gayer, o filho dele, de 22 anos, também foi indiciado. A PF sustenta que a cota foi empregada para financiar atividades que não guardariam relação com o mandato, ampliando o âmbito da apuração.

Gayer postou um vídeo para rebater as acusações, afirmando que houve tentativa de ocultar uma loja de inglês em seu gabinete político. O material também compara o andamento do processo com outros casos de maior repercussão. O inquérito segue sob segredo de justiça e envolve atos de 8 de janeiro de 2023.

Desdobramentos da investigação

A PF já havia sinalizado a relação entre a operação e a apuração de irregularidades na utilização da cota parlamentar. Segundo autoridades, o foco é esclarecer o destino de recursos e eventuais desvios para fins particulares.

A investigação permanece em andamento, sem conclusão anunciada. As próximas etapas devem clarificar a extensão das supostas irregularidades e os responsáveis pelos atos de 8 de janeiro, em Brasília. O caso continua sob sigilo de justiça.

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