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Transparência Internacional critica votação do PL da dosimetria

Transparência Internacional repudia tramitação apressada do PL da Dosimetria, aponta negociações obscuras e afirma: não haverá anistia

Transparência Internacional diz que votação na madrugada evidencia "negociatas escusas" na análise do PL da dosimetria. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • Transparência Internacional repudiou a aprovação apressada do PL da Dosimetria, em nota publicada no X nesta quinta-feira (11).
  • A organização afirma que o impacto no sistema penal é incerto e que a votação, realizada na madrugada de 10, ocorreu por meio de negociações escusas.
  • Reconhece graves injustiças a corrigir no julgamento dos réus do 8 de janeiro, por violações do devido processo e penas desproporcionais.
  • A TI sustenta que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros réus ligadas ao suposto plano golpista responsabilizou lideranças com base em provas robustas, impondo penas condizentes com a gravidade dos crimes.
  • Conclui que não deve haver anistia nem atalho de impunidade.

A Transparência Internacional repudiou a aprovação apressada do PL da Dosimetria, anunciada pela organização em post no X nesta quinta-feira (11). O grupo critica o processo, apontando impactos incertos ao sistema penal e alegadas negociações obscuras na votação da madrugada de 10.

Segundo a organização, o texto foi aprovado com menor espaço para debate público e sem transparência suficiente. A nota ressalta incertezas sobre como o PL pode alterar medidas de dosimetria em processos judiciais.

Apesar das falhas no devido processo e das penas desproporcionais em casos do 8 de janeiro, a Transparência Internacional afirma que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros réus de ações sobre o suposto golpe teve base em provas robustas, que teriam imposto penas compatíveis com a gravidade dos crimes.

Reação da Transparência Internacional

A entidade afirme que não deve haver anistia ou atalhos de impunidade, reiterando a necessidade de reformas institucionais para evitar injustiças futuras. O posicionamento é alternado entre reconhecer falhas e defender responsabilização firme.

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