- A Câmara avalia cassação de Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro após briga com integrante do MBL nas dependências da Casa.
- O deputado Zé Trovão (PL-SC) afirmou que a cassação ocorreria apenas por interesses políticos da Câmara e que não há indícios de corrupção contra Glauber.
- Trovão disse que, apesar de discordar, é preciso reconhecer o voto recebido por Glauber e manteve críticas pessoais ao parlamentar.
- Ele afirmou que votar pela cassação de Carla Zambelli (PL) seria como dar “indulto ao STF” para cassar quem for, em referência ao andamento de processos contra a colega.
- O plenário da Câmara deve decidir sobre Glauber Braga e Carla Zambelli, em meio a episódios de agressões recentes entre deputados e jornalistas no plenário.
O plenário da Câmara avalia a cassação de Glauber Braga (PSOL-RJ) após uma briga com um integrante do MBL, ocorrida no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A pauta também envolve Carla Zambelli (PL-SP), com possível extinção de mandato. A análise acontece em meio a episódios de agressões no plenário envolvendo deputados e jornalistas.
Zé Trovão (PL-SC) saiu em defesa de Glauber Braga durante a sessão da CCJ, afirmando que uma cassação não pode ocorrer por assuntos meramente políticos. Segundo ele, não há indícios de corrupção envolvendo Glauber. O depoente também frisou que o parlamentar eleito pelo povo merece respeito aos votos recebidos.
Glauber Braga é acusado de quebra de decoro por contenda com um membro do MBL. A Câmara deverá decidir se cassará o mandato dele. A decisão ocorre logo após cenas de agressão no plenário envolvendo deputados e jornalistas, registradas nas últimas sessões.
Contexto atual e desdobramentos
O caso de Carla Zambelli, também alvo de avaliação de cassação, envolve sua permanência no Congresso diante de decisões do STF. A Câmara precisa definir se extingue ou não o mandato da bolsonarista, presa na Itália e condenada pelo Supremo em dois processos.
A sessão da CCJ de hoje acontece em meio a tensões recentes no plenário, com episódios de confrontos durante protestos e ocupação da Mesa Diretora. Parlamentares envolvidos passaram por momentos de retirada por força policial interna.
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