- A Controladoria-Geral da União (CGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal o compartilhamento de provas e anexos de investigações que envolvem joias doadas pela Arábia Saudita ao governo de Jair Bolsonaro, além de apurações sobre milícias digitais e vazamento de dados sigilosos do inquérito do ataque hacker ao TSE.
- O compartilhamento cabe ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decidir.
- A petição foi encaminhada pelo ministro Vinícius Marques de Carvalho, da CGU, que solicita apenas os documentos necessários ao prosseguimento das apurações.
- Entre os itens solicitados estão diálogos de WhatsApp entre o tenente-coronel Mauro Cid e o coronel Marcelo Câmara, além de conversas sobre as joias entre Cid e seu pai, o general Lourena Cid.
- A CGU afirma que esses elementos são imprescindíveis para a responsabilização administrativa de agentes públicos federais envolvidos.
Ootti: A Controladoria-Geral da União (CGU) pediu ao STF o compartilhamento de provas de três investigações que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro. A solicitação ocorreu na quinta-feira, 11, e envolve, entre outros pontos, a entrada de joias doadas pela Arábia Saudita ao governo brasileiro.
A CGU busca diálogos de WhatsApp entre autoridades próximas a Bolsonaro, incluindo Cid e superiores, para subsidiar apurações administrativas. O objetivo é permitir a adoção de providências para responsabilização de agentes públicos federais.
Contexto da solicitação
O pedido aponta que os materiais são necessários apenas na medida em que contribuam para o andamento das apurações. A CGU afirma que não é preciso todo o acervo, apenas o essencial para o prosseguimento.
Proximidade entre as investigações
Entre os itens solicitados estão diálogos entre o tenente-coronel Mauro Cid e o coronel Marcelo Câmara, e conversas entre Cid e seu pai, o general Lourena Cid. Esses documentos são considerados cruciais para a análise do caso.
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