- Eduardo Bolsonaro, morando nos Estados Unidos desde março, lançou ataques ao presidente da Câmara, Hugo Motta, após saber que atingiu número de faltas suficiente para cassação.
- Um vídeo que circula nas redes mostra o deputado chamando Motta de “bonequinha de Alexandre de Moraes” e o acusando, sem provas, de estar em conluio com o ministro do STF; ele também ameaça uma “guerra” contra Motta.
- O conteúdo também mira o deputado Paulinho da Força, relator do PL da Dosimetria, chamando-o de fantoche do ministro; Motta e Paulinho não se manifestaram.
- A atuação de Eduardo é investigada como possível ataque à democracia brasileira; ele diz sofrer perseguição judicial no Brasil, mas está nos Estados Unidos para articular sanções contra o Brasil e autoridades.
- Não houve comentários oficiais de Motta nem de Paulinho sobre os ataques, segundo a reportagem.
Eduardo Bolsonaro, deputado pelo PL de São Paulo, divulgou nesta quinta-feira (11) um vídeo nas redes sociais com ataques ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O conteúdo surge após ele ter sido informado de falta suficiente para cassação do mandato. Ele está nos Estados Unidos desde março alegando perseguição judicial no Brasil.
No vídeo, Eduardo chama Motta de bonequinha de Alexandre de Moraes e alegou que o deputado estaria em conluio com o ministro do STF, sem apresentar provas. O parlamentar também disse que haverá uma guerra contra Motta, em tom de ameaça política. Motta ainda não se manifestou publicamente.
O material também cita Paulinho da Força (Solidariedade), relator do chamado PL da Dosimetria, que busca reduzir penas de Jair Bolsonaro e outros condenados na trama golpista. Eduardo afirmou que Paulinho é um fantoche do ministro Moraes. Motta e Paulinho não comentaram os ataques.
Contexto e desdobramentos
A atuação de Eduardo Bolsonaro tem sido alvo de críticas e é avaliada como parte de uma disputa interna no Legislativo. A defesa de Eduardo alega perseguição judicial, enquanto autoridades e partidos avaliam o impacto institucional. A Polícia Legislativa não foi citada nas declarações.
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