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Moraes vota para tornar réus acusados de atentado no aeroporto de Brasília

Moraes recebe denúncia contra três suspeitos por montagem de explosivo para suposto atentado ao Aeroporto de Brasília; julgamento segue com votações pendentes

Tentativa de explosão de caminhão-tanque próximo ao aeroporto ocorreu no final de 2022. (Foto: reprodução/Google Mapas)
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  • O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou nesta sexta-feira para receber a denúncia da PGR contra três homens acusados de montar uma bomba para suposto atentado ao Aeroporto Internacional de Brasília no final de 2022. O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma, que vai até o dia 19.
  • Moraes aceitou que George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza se tornem réus; ainda faltam votar Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
  • A denúncia aponta associação criminosa, atentado ao transporte aéreo e golpe de Estado, com details de montagem do artefato, uso de veículo e ligações feitas para provocar pânico; a prisão preventiva permanece.
  • Os três denunciados já tinham condenações anteriores por explosão, incêndio e posse de armas; a investigação descreve cada participação, incluindo montagem do artefato e deslocamento do explosivo para o caminhão-tanque.
  • O caso envolve o acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, intenção de desestabilizar o governo e a deposição do Estado Democrático de Direito, segundo a PGR; todos seguem presos preventivamente.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou nesta sexta-feira para receber a denúncia da PGR contra três homens acusados de montar uma bomba para suposto atentado ao Aeroporto Internacional de Brasília, no fim de 2022. A decisão ocorreu no plenário virtual da Primeira Turma, que segue até o dia 19.

Com o voto, Moraes tornou réus George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza. Ainda precisam votar Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino, presidente do colegiado.

Detalhes da denúncia

A PGR sustenta que o grupo atuou para provocar comoção social e justificar intervenção federal, planejando a detonação de um artefato explosivo no eixo traseiro de um caminhão-tanque. O veículo ficaria próximo ao aeroporto até a aproximação da base aérea.

Segundo a acusação, George Washington montou o artefato com controle remoto, acionadores e dinamite, com a pretensão de explodir no aeroporto. Wellington Macedo dirigiu o caminhão, enquanto Alan Diego transportou o explosivo e efetuou ligações para disseminar pânico.

A denúncia ainda indica que o trio se reuniu em acampamento próximo ao Quartel-General do Exército. Em buscas, foram encontrados armas, munições e materiais para a montagem do artefato no apartamento de George Washington. A prisão permanece preventiva.

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