- O ministro Alexandre de Moraes anulou a deliberação da Câmara dos Deputados que não cassava o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP); ela foi condenada a dez anos por envolvimento na invasão do CNJ e permanece presa na Itália desde julho.
- A Câmara manteve o mandato de Zambelli na madrugada, com 227 votos a favor, 170 contrários e 10 abstenções, sem atingir a maioria absoluta.
- Parlamentares da oposição criticaram Moraes nas redes sociais, chamando a ação de ditadura.
- Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que o Congresso deve ser fechado logo.
- Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) chamou Moraes de ditador psicopata e falou em abuso de poder; Mauricio Marcon (Pode-RS) classificou o decreto como piada e criticou a cassação.
O STF confirmou a anulação da deliberação da Câmara dos Deputados que não cassou o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). Moraes manteve, assim, a linha de que o mandato deve ser cassado após condenação relacionada à invasão do CNJ. Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão e está presa na Itália desde julho.
A Câmara dos Deputados havia decidido manter o mandato na madrugada desta quinta-feira, com 227 votos a favor, 170 contra e 10 abstenções. A votação não atingiu a maioria absoluta de 257 votos, o que abriu caminho para o cumprimento da decisão do STF.
Reações da oposição
Parlamentares oposicionistas usaram as redes sociais para criticar Moraes, chamando a medida de ditadura. O deputado Nikolas Ferreira afirmou que o Congresso deve ser fechado, em tom extremo. Já Sóstenes Cavalcante descreveu Moraes como ditador psicopata e afirmou que anular decisão da Câmara representa abuso de poder. Mauricio Marcon classificou o decreto como piada e criticou a cassação no ato.
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