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STF avalia se acusados de armar bomba no Aeroporto de Brasília viraram réus

STF julga se três suspeitos viram réus por plano de detonar explosivo perto do aeroporto de Brasília; votos vão até 19 de dezembro para abrir ação penal

1 de 1 Operação para detonar explosivos em caminhão-tanque na área do Aeroporto de Brasília, em dezembro de 2022 — Foto: TV Globo/Reprodução
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  • A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal começa a julgar se transforma em réus três homens acusados de planejar detonar explosivos perto do aeroporto de Brasília no fim de 2022.
  • A decisão depende do recebimento da denúncia pela Procuradoria-Geral da República; para isso, são necessários três votos dos ministros até 19 de dezembro.
  • Os três homens já foram condenados pela Justiça do Distrito Federal em duas instâncias por explosão, causar incêndio e posse de arma de fogo sem autorização, com competências judiciais diferentes para alguns crimes.
  • A acusação sustenta que o grupo, inconformado com o resultado das eleições de 2022, elaborou o plano no entorno do acampamento golpista em frente ao QG do Exército em Brasília.
  • Se o STF acolher a denúncia, os suspeitos passam a responder formalmente pelos crimes, abrindo ação penal; caso contrário, permanecerão absolvidos ou não condenados.

A Primeira Turma do STF iniciou o julgamento sobre recebimento da denúncia contra três homens acusados de planejar explosões perto do aeroporto de Brasília no fim de 2022. A análise ocorre no plenário virtual, com votos até 19 de dezembro.

Segundo a PGR, o grupo se reuniu em dezembro de 2022, próximo ao acampamento golpista em frente ao QG do Exército. A ação visava detonar artefatos em local público, após decepção com o resultado eleitoral.

Os três homens já foram condenados no DF, em duas instâncias, por explosão, incêndio e posse de arma sem autorização. Agora, o STF avalia se eles devem virar réus pela acusação eventual.

O que envolve o julgamento

A PGR sustenta que, se recebida a denúncia, os três passarão a responder formalmente pelos crimes. Votos dos ministros definem, ao fim, se haverá abertura de ação penal ou absolvição.

George Washington, Alan Diego e Wellignton Macedo permanecem presos preventivamente, por ordem do Supremo. A decisão final depende de três votos favoráveis ao recebimento.

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