- Flávio Bolsonaro classificou o projeto de dosimetria como horroroso e afirmou que é uma humilhação, em entrevista à Veja, mesmo tendo aceitado a proposta a pedido do pai.
- Jair Bolsonaro teria concordado em “pagar o preço” para que presos ligados aos atos de 8 de janeiro possam conviver com as famílias.
- O relator Paulinho da Força disse que o PL da dosimetria pode reduzir a pena de Bolsonaro em regime fechado para dois anos e quatro meses.
- Flávio criticou a falta de independência do Congresso e reiterou a defesa de uma anistia ampla; Bolsonaro está preso desde 22 de novembro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
- Sem o projeto, a Vara de Execução Penal do Distrito Federal estima semiaberto para 2033 e liberdade condicional em 2037.
O projeto de lei da dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados, foi classificado como horroroso pelo senador Flávio Bolsonaro. Ele afirmou que o texto representa humilhação e que o Legislativo continua sob tutela de outro poder, em entrevista à Veja. Mesmo assim, disse ter aceitado a proposta após pedido do pai.
Segundo Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro concordou em “pagar o preço” da aprovação para que presos pelos atos de 8 de janeiro possam conviver com as famílias e respirar ao ar livre. O senador ainda criticou a suposta falta de independência do Congresso e lembrou a defesa de uma anistia ampla.
Aprovação do PL também é avaliada pelo relator, Paulinho da Força, que indicou possibilidade de reduzir a pena de Bolsonaro para 2 anos e 4 meses em regime fechado. Flávio afirmou que pretende manter a linha pela anistia ampla, enquanto o ex-presidente continua detido. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pela suposta tentativa de golpe; desde 22 de novembro está na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Sem o projeto, a Vara de Execução Penal estima semiaberto em 2033 e liberdade condicional em 2037.
Implicações políticas
- A relação entre Legislativo e Judiciário volta a ganhar destaque no debate público, com críticas de Flávio à atuação das instituições.
- A defesa por anistia ampla permanece como eixo de atuação de familiares próximos ao ex-presidente.
- O cumprimento de pena atual de Bolsonaro segue sob supervisão da Justiça, com cenários diferentes dependendo de alterações legislativas.
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