- A Polícia Federal mira Mariângela Fialek, a “Tuca”, ex-assessora de Arthur Lira, por suposta participação no orçamento secreto.
- Lira tentou cassar Glauber Braga, do PSOL, por denúncias envolvendo o tema; Braga não teve cassação confirmada.
- A decisão de Hugo Motta de levar o caso de Braga ao plenário gerou cenas de agressão entre polícia legislativa, parlamentares e jornalistas; Motta passa a ser alvo de investigação pela PGR.
- PT e PSOL convocam protestos para 14 de dezembro, com foco em críticas ao ambiente político e na atuação do Congresso.
- O debate includes a lei de redução de pena para golpistas, a entrada de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial e a entrevista de André Barrocal com Sâmia Bomfim.
A Polícia Federal mira uma ex-assessora do presidente da Câmara, Arthur Lira. Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, seria a operadora de ordens no chamado orçamento secreto, conforme documentação da operação Transparência. O foco da PF envolve Lira, do PP-AL, que já atuava para cassar Glauber Braga, do PSOL-SP, por denúncias relacionadas ao tema; Braga, porém, conseguiu evitar a cassação.
A decisão de levar o caso de Glauber Braga ao plenário foi tomada pelo deputado Hugo Motta, presidente licenciado do Republicanos da Paraíba. A iniciativa desencadeou cenas de agressões cometidas pela polícia legislativa contra parlamentares e jornalistas, gerando pedidos de investigação contra Motta pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Projeções e desdobramentos
Há expectativa de protestos populares convocados por PT e PSOL para 14 de dezembro, em resposta aos acontecimentos e às mudanças legislativas. A aprovação de uma lei de redução de pena para golpistas, associada à entrada de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, compõe o cenário político recente.
André Barrocal, repórter, entrevistou Sâmia Bomfim, deputada do PSOL, como parte dos desdobramentos da pauta e do entorno do orçamento secreto. O conjunto de fatos alimenta debates sobre transparência, segurança no parlamento e atuação das comissões.
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