- EUA retiraram Alexandre de Moraes da lista Magnitsky na sexta-feira, 12, após mais de quatro meses de sanções.
- O ministro agradeceu ao presidente Lula pelo esforço para viabilizar o fim das sanções.
- Moraes afirmou ter ocorrido uma tripla vitória: do Judiciário, da soberania nacional e da democracia.
- O afastamento ocorreu em meio a tensões Brasil‑EUA no fim de julho, com a retomada do diálogo entre Trump e Lula contribuindo para a mudança de cenário.
- Segundo Moraes, o Brasil mostrou democracia e força institucional ao resolver a situação, evitando ações judiciais para derrubar a sanção.
O ministro do STF Alexandre de Moraes foi retirado da lista Magnitsky dos EUA na sexta-feira, 12. A decisão ocorreu após pressão bilateral e diálogo entre governos. Moraes participou de evento em São Paulo para anunciar a mudança, que considerou vitória da justiça, da soberania e da democracia.
A decisão marca o fim de mais de quatro meses de sanções. O governo brasileiro foi decisivo para viabilizar o afastamento. Moraes afirmou que a verdade prevaleceu, destacando o apoio do presidente Lula e de sua equipe.
A inclusão de Moraes na Magnitsky ocorreu no fim de julho, em meio a tensões entre Brasil e EUA sobre o papel do STF. A recuperação de relações começou a se intensificar a partir de setembro, com contatos diretos entre Trump e Lula.
Retirada das sanções
A retirada foi anunciada pelo governo dos EUA, com base na Lei Magnitsky. Moraes descreveu o desfecho como resultado de uma ação conjunta entre Judiciário, governo e democracia brasileira. O magistrado ressaltou a importância da soberania nacional.
Na visão de Moraes, o Brasil demonstra capacidade institucional ao manter posição firme diante de pressões externas. O presidente Lula destacou que o diálogo entre as partes contribuiu para a solução do impasse. A elements de política externa permanecem em foco nos próximos meses.
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