- Rebeca Torró, secretária de Organização do PSOE, afirma que a conduta é falta muito grave prevista nos estatutos federais e contrária ao código ético e de conduta.
- Mesmo com baixa como militante, o registro deve constar como falta grave e não pode haver alta automática.
- O PSOE garantirá apoio jurídico às denunciantes que desejarem ingressar com ações legais, além de oferecer apoio psicológico se necessário.
- Feijóo, líder do PP, pediu Pleno extraordinário no Congresso para que Pedro Sánchez preste explicações sobre a corrupção sistêmica do governo.
- Líderes de Junts e ERC comentam sobre a fraqueza do governo, destacando a necessidade de enfrentar controvérsias e machismo, conforme o contexto político.
Rebeca Torró, secretária de Organização do PSOE, afirmou que as denúncias de assédio contra Francisco Salazar indicam uma falta muito grave, prevista nos estatutos federais, contrária ao código ético. Mesmo com a sua baixa como militante, o registro deve manter a menção dessa falta para impedir reintegração automática.
Segundo Torró, as denunciantes que desejarem ingressar com ações legais contarão com total apoio jurídico do partido, além de respeito às que optarem por vias extrajudiciais. Também foi anunciada disponibilidade de apoio psicológico às vítimas.
Feijóo solicitou a realização de um Pleno extraordinário no Congresso para que o governo explique denúncias de corrupção sistêmica. O líder do PP criticou a ausência do chefe do Executivo no plenário até fevereiro.
Líderes de Junts e ERC comentaram a situação do governo, destacando fraquezas e a necessidade de reação conjunta. Armengol enfatizou o combate à corrupção e ao machismo como bandeiras prioritárias do Legislativo.
A imprensa acompanha o contexto de escândalos e debates no Congreso, com relatos de apoio às deputadas socialistas por parte de cidadãos que visitaram a Câmara. Deputados do PP descrevem a conjuntura como insustentável em termos políticos.
Repercussões no Congreso
O tema dos casos de assédio e de corrupção continua a repercutir entre as bancadas, com chamadas por mais transparência e protocolos de proteção às denunciantes. A oposição já sinaliza que a estabilidade do governo está em jogo.
Próximos passos
Espera-se que o PSOE mantenha a linha de apoio jurídico às vítimas e que o debate público se intensifique na agenda oficial. A agenda de sessões pode incluir confrontos sobre as denúncias e medidas de ética parlamentar.
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