- Legisladores democratas divulgaram dezenove fotos de Jeffrey Epstein com Trump, Clinton e outras personalidades, incluindo Bannon, Summers, Woody Allen e Andrew Mountbatten-Windsor; algumas imagens trazem objetos sexuais.
- As imagens não apontam conduta ilegal nelas, segundo os democratas; a Casa Branca acusa a divulgação de seletividade para criar uma narrativa falsa.
- O presidente Donald Trump disse não ter visto as fotos e chamou a divulgação de “não grande coisa”, mencionando que Epstein era conhecido em Palm Beach.
- Entre as imagens está Clinton ao lado de Epstein e de Ghislaine Maxwell; outras pessoas não identificadas também aparecem.
- O caso remete à condenação de Epstein em dois mil e oito, ao acordo controverso, à detenção em dois mil e dezenove e à morte dele na prisão; o Congresso determinou a publicação dos arquivos do caso até dezenove de dezembro.
Nesta sexta-feira 12, democratas divulgaram 19 fotos pertencentes ao condenado Jeffrey Epstein. As imagens trazem, entre outros, o presidente Donald Trump e o ex-presidente Bill Clinton, além de figuras como Steve Bannon, Larry Summers, Woody Allen, Andrew Mountbatten-Windsor, Bill Gates e Richard Branson. As fotos contêm objetos sexuais, mas não indicam conduta ilegal.
Segundo o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes, as imagens levantam questões sobre as relações de Epstein com personalidades de poder. A divulgação ocorreu sem data exata de captura, conforme o material divulgado pelos democratas.
Trump afirmou a jornalistas que não viu as fotos e disse que a divulgação não é relevante, ressaltando que muitas pessoas tiveram contato com Epstein em Palm Beach, na Flórida. A Casa Branca rebateu, chamando a publicação de seletiva e orientada a criar narrativa.
Entre as imagens, há registros de preservativos com a imagem de Trump e objetos sexuais. Três fotos o mostram com diferentes pessoas, enquanto Clinton aparece ao lado de Epstein e de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, já condenado por tráfico sexual de menores.
Epstein foi condenado em 2008 por crimes sexuais e, após acordo questionável, enfrentou menos acusações até ser detido novamente em 2019. Em 2019 ele morreu sob custódia na prisão de Nova York, sendo a morte registrada como suicídio. O Congresso já pediu a divulgação de seus arquivos.
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