- Ataque em Bondi Beach, na abertura de Hanucá, deixou quinze mortos, incluindo uma criança, e dezenas de feridos; as autoridades dizem que foi um ataque dirigido à comunidade judaica.
- Sajid Akram, cinquenta anos, e Naveed Akram, vinte e quatro, são identificados como atiradores; o pai morreu no local e o filho ficou gravemente ferido.
- Não há sinais de terceiro atirador; a polícia investiga o caso como terrorismo e o ataque ocorreu na noite de domingo, atingindo vítimas com idades entre dez e oitenta e sete anos.
- O governo federal pretende aprovar medidas mais rígidas de controle de armas, com limite de armas por pessoa, auditoria de licenças e maior uniformidade entre estados; a Nova Gales do Sul avalia mudanças legislativas e pode chamar o parlamento.
- Suporte às vítimas e às organizações judaicas será ampliado, incluindo financiamento para segurança, funerais e vistos para parentes; houve chamadas para doações de sangue e homenagens no local do ataque.
O ataque a tiros em Bondi Beach ocorreu na primeira noite de Hanucá, atingindo a comunidade judaica da região de Sydney. Ao menos 15 pessoas morreram, entre elas uma criança, e dezenas ficaram feridas. A ação foi descrita pela polícia como um ataque dirigido a judeus.
Identificados como autores, Sajid Akram, 50 anos, e Naveed Akram, 24, teriam sido os suspeitos. O pai morreu no local; o filho ficou gravemente ferido e recebeu atendimento sob escolta policial. A polícia informou que não busca um terceiro suspeito.
O ataque aconteceu na noite de domingo, na famosa praia de Bondi. A polícia confirmou que 14 pessoas morreram no local e outra morreu no hospital. Ao todo, 40 ficaram feridas; uma menina de 10 anos faleceu posteriormente em hospital infantil.
Medidas e respostas
O primeiro-ministro Anthony Albanese prometeu endurecer o controle de armas, com limites de cilindradas e auditoria de licenças, buscando maior uniformidade entre estados. O governo estuda ampliar o suporte a vítimas e financiar funerais e vistos para familiares.
O premier de NSW, Chris Minns, sinalizou mudanças legislativas, mas ainda sem anunciar detalhes na segunda-feira. O governo avalia convocar o parlamento para apresentar um projeto de lei que dificulte a compra de armas de grande porte.
Entre as vítimas, estavam pessoas de diversas origens, incluindo o rabino Eli Schlanger, 41, ligado ao Chabad de Bondi, e Alex Kleytman, sobrevivente do Holocausto. Um cidadão israelense também foi confirmado entre as vítimas.
Entre na conversa da comunidade