- O PL afirmou, em Brasília, que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro a presidente está consolidada e não há recuo esperado dentro da sigla.
- Segundo o líder do PL, apenas Flávio ou Jair Bolsonaro poderiam reverter essa decisão; fora isso, não há outra hipótese considerada pelo partido.
- O cenário para o Senado depende de Cláudio Castro; se ele não disputar, o PL entende que podem abrir duas vagas no Rio de Janeiro.
- Sobre Alexandre Ramagem, o líder do PL disse que ele não cogita renunciar neste momento e pode deixar o mandato apenas no próximo ano, possivelmente ligado a um pedido de asilo nos Estados Unidos.
- Ainda não há decisão final sobre o conjunto de alianças para uma eventual candidatura majoritária, pois envolve negociações com outros partidos e o grupo político do Rio.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, afirmou que a decisão da legenda sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência está consolidada e não há espaço para recuo. A declaração ocorreu durante um evento do partido em Brasília.
Segundo Sóstenes, apenas Flávio Bolsonaro ou Jair Bolsonaro poderiam rever a decisão. O PL trabalha com o cenário como definitivo e não há espaço para propostas internas de mudança. A prioridade é discutir desdobramentos políticos, principalmente nos estados com Senado em disputa.
Cenário para o Senado e a atuação de Cláudio Castro
O deputado afirmou que o nome de Flávio também foi cogitado para o Senado pelo Rio de Janeiro, mas não há entusiasmo pessoal, pois o foco é a reeleição à Câmara. Caso o governador Cláudio Castro não dispute o Senado, o cenário pode mudar, abrindo duas vagas.
Sóstenes disse que a decisão sobre candidatura majoritária não ocorre de forma isolada e depende de negociações com outros partidos e o grupo político do Rio. O processo ainda está em avaliação pelo PL.
Situação de Alexandre Ramagem
Sobre o deputado Alexandre Ramagem, alvo de ações do STF e atualmente nos EUA, o líder do PL afirmou que Ramagem não pretende renunciar neste momento. Existe a possibilidade de renúncia no próximo ano, ligada a um eventual pedido de asilo político.
Na avaliação do PL, a decisão de Ramagem deve respeitar o rito da Câmara, com tramitação pela CCJ antes de qualquer encaminhamento ao plenário. A medida visa manter o mandato enquanto a situação pessoal é analisada.
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