- A Heritage Foundation nomeou Scott Yenor como diretor do Center for American Studies, mesmo com controvérsias anteriores sobre posições ultraconservadoras em relação a mulheres, casamento e direitos LGBTQ.
- Yenor, em appearances recentes, afirmou ligações entre homossexualidade e pedofilia e defendeu que adultério, homossexualidade, divórcio sem culpa e aborto deveriam ser proibidos sob um regime de “patriarcado suave”.
- Ele também sugeriu que partes do Civil Rights Act, incluindo as proibições contra discriminação por sexo no trabalho, deveriam ser revertidas.
- A nomeação ocorreu após a saída dele da Universidade da Flórida, em meio a protestos e preocupações de legisladores estaduais sobre suas visões.
- Críticas vieram de Heidi Beirich, que descreveu a contratação como vergonhosa, enquanto a Heritage afirmou não discriminar por sexo e destacou divergências com parte da linha editorial da imprensa.
Scott Yenor foi nomeado diretor do B Kenneth Simon Center for American Studies, da Heritage Foundation. A nomeação ocorre mesmo após histórico de posições ultraconservadoras sobre mulheres, casamento e direitos LGBTQ. Sua atuação recente incluiu comentários em podcasts e palestras.
A Heritage justificou a escolha, afirmando que não há discriminação de sexo em emprego e remuneração, e que a organização defende a família na lei e na cultura. A reportagem incluiu mensagens internas de porta-vozes da instituição.
Entre as controvérsias públicas, o histórico de Yenor envolve desentendimentos com ex-empregadores e protestos na Universidade da Flórida, onde renunciou ao conselho de regentes após críticas de legisladores sobre suas visões.
Heidi Beirich, líder de estratégia da Global Project Against Hate and Extremism, criticou a nomeação, apontando supostas atitudes contra mulheres e associações a críticas por antisemitismo. Ela ligou a decisão a tendências de radicalização.
Na gestão, a Heritage já enfrentava questionamentos sobre apoio a entrevistas de Carlson com Fuentes, figura antissemita e abertamente supremacista. A presidência estatal pediu desculpas por apoiar a entrevista após críticas públicas.
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