- O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou a retomada das investigações no caso do Banco Master, que apura suposto esquema de fraude no valor de R$ 12.
- Foi fixado o prazo de trinta dias para que a Polícia Federal realize diligências urgentes, com autorização de Toffoli.
- A ação tramita na 10ª Vara Federal de Brasília, e o nome do deputado João Carlos Bacelar, PL-BA, apareceu em documentos durante as apurações.
- O relator assumiu a relatoria do processo no início deste mês e decretou sigilo elevado, o que demanda sua autorização para as diligências.
- As oitivas poderão ocorrer por videoconferência ou presencialmente, com gravação e acompanhamento de juízes auxiliares.
O ministro do STF Dias Toffoli determinou a retomada das investigações no caso Banco Master, apurado por fraude estimada em 12 milhões de reais. Ele fixou o prazo de 30 dias para diligências urgentes pela Polícia Federal. A oitiva pode ocorrer por videoconferência ou presencial, com gravação e acompanhamento de juízes auxiliares.
Antes desta decisão, o processo tramitava na 10ª Vara Federal de Brasília com sigilo elevado. O caso ganhou proporção após vizibilidade de documentos que mencionaram o deputado Bacelar (PL-BA). Toffoli assumiu a relatoria no início deste mês.
O relator destacou que as diligências são necessárias para o andamento das investigações e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional. As ações devem ser autorizadas pelo ministro, conforme a nova determinação. As oitivas ocorrerão sob supervisão de juízes auxiliares.
Diligências e formato das oitivas
A PF poderá realizar interrogatórios por videoconferência ou presencial, assegurando registro audiovisual. Oitiva gravada visa garantir transparência processual e facilitar o acompanhamento técnico pela defesa e pela justiça.
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