- O deputado Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado por participação em organização criminosa ligada à tentativa de golpe de Estado, com uso do aparato da ABIN.
- O STF suspendeu seu passaporte e proibiu a saída do país; a Câmara deve votar a cassação ainda nesta semana.
- Ramagem foi flagrado em Miami em 19 de novembro e permanece foragido, gerando tensões entre os Poderes.
- O filho do empresário Rodrigo Cataratas, Celso Rodrigo de Mello, foi preso pela Polícia Federal em Manaus por suspeitas de colaborar com a fuga de Ramagem, a mando do ministro Alexandre de Moraes.
- A PF acredita que Ramagem viajou de avião até Boa Vista, seguiu de carro para a fronteira com a Guiana e cruzou para a região externa, antes de embarcar para Miami.
O deputado Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado por participação em organização criminosa ligada à tentativa de golpe de Estado, com uso do aparato da ABIN quando chefiava o órgão no governo Bolsonaro. O STF suspendeu seu passaporte e proibiu a saída do país; a Câmara deve votar a cassação ainda nesta semana. Ramagem foi flagrado em Miami em 19 de novembro e permanece foragido.
A Polícia Federal investiga a fuga do parlamentar, que teria viajado de Roraima ao exterior, seguindo para a Guiana e depois EUA. A Câmara foi informada sobre a perda do mandato, após decisão do ministro Alexandre de Moraes. Técnicas de monitoramento e informações da PF embasam as suspeitas de movimentação irregular.
Celso Rodrigo de Mello, filho do empresário Rodrigo Cataratas, foi preso em Manaus por suspeitas de colaborar com a fuga de Ramagem, conforme mandado determinado por Moraes. A defesa de Celso afirma inocência e recorre da decisão. O BNMP foi acionado para registrar a prisão.
Novo desdobramento: prisão do filho e desdobramentos legais
Rodrigo Cataratas ressaltou o respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência. Em vídeo recente, ele diz ter estado com Ramagem antes de qualquer condenação, sem esclarecer vínculos entre Ramagem e o filho. A PF continua apurando a relação entre as partes.
Empresário e Ramagem divergem sobre as circunstâncias da fuga. A investigação aponta que Ramagem usou o aparato da ABIN para divulgar informações falsas sobre urnas e monitorar autoridades durante 2022. O caso envolve tensões entre os Poderes e expectativa de nova movimentação política.
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