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Ultrassom aponta hérnias em Bolsonaro, defesa afirma indicação cirúrgica

Ultrassom na cela aponta duas hérnias inguinais; cirurgia é indicada, pleito da defesa por hospital particular e perícia oficial em andamento.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Foto: Evaristo Sá/AFP
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena em regime fechado na Polícia Federal de Brasília; a defesa pediu avaliação médica atualizada e perícia oficial em até 15 dias, com possível cirurgia.
  • No domingo 14, houve ultrassonografia na cela, com equipamento portátil autorizado por Alexandre de Moraes, e foram constatadas duas hérnias inguinais; cirurgia é indicada pela equipe médica.
  • O advogado informou que os médicos consideram a cirurgia necessária e que a defesa pretende que o procedimento seja feito em hospital particular de Brasília, com tempo de recuperação ainda a definir.
  • Moraes autorizou o uso do equipamento portátil para o ultrassom após pedido da defesa, que alegou necessidade de exames atualizados; decisão mantém o prazo de 15 dias para a perícia médica oficial.
  • Bolsonaro permanece preso desde o fim de novembro; a defesa aponta dores na virilha e desconforto, enquanto a perícia médica oficial segue em andamento.

O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpriu pena em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal de Brasília. No domingo 14, houve uma ultrassonografia realizada na cela, com equipamento portátil autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes. O exame confirmou duas hérnias inguinais.

Segundo a defesa, a equipe médica indicou cirurgia para tratar as hérnias. O advogado João Henrique de Freitas informou que os médicos entenderam a necessidade do procedimento. A defesa já solicitou autorização para realização em hospital particular.

A autorização para o exame portátil foi publicada após Moraes ser informado da necessidade de avaliação médica atualizada. A PF segue o prazo de 15 dias para uma perícia médica oficial, a fim de avaliar a urgência de intervenção cirúrgica.

Bolsonaro está preso desde o fim de novembro, após condenação pelo STF relacionada a investigações sobre mobilização golpista. A defesa argumenta que o quadro de saúde inclui dores na virilha e crises de soluços, fatores que motivaram as novas avaliações.

A queixa de saúde envolve hipóteses de cirurgia, com pleito para continuidade de tratamento e período de recuperação. A defesa reiterou o objetivo de manter o atendimento médico adequado, observando o estado clínico do ex-presidente.

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