- Segundo levantamento da Quaest, a aprovação de católicos subiu de 50% para 54%, e a desaprovação caiu de 47% para 44%, com 2% não sabem/responderam.
- Entre evangélicos, a desaprovação subiu de 58% para 64%, a aprovação caiu de 38% para 33%, e 3% não sabem/responderam.
- Margem de erro é de três pontos percentuais entre católicos, quatro pontos entre evangélicos, e dois pontos no agregado.
- No conjunto, 48% aprovam o governo Lula e 49% desaprovam, indicando estabilidade com leve oscilação positiva para o presidente.
- O levantamento foi divulgado pela Quaest na terça-feira, 16.
A Quaest publicou nesta terça-feira 16 um levantamento que aponta mudanças no apoio ao governo Lula entre principais blocos religiosos. O estudo mostra, desde novembro, variações na aprovação e desaprovação entre católicos e evangélicos, com a leitura agregada mantendo-se estável.
Entre os católicos, a aprovação subiu para 54% e a desaprovação caiu para 44%. Ainda há 2% que não sabem ou não responderam. A margem de erro para esse grupo é de 3 pontos percentuais.
Entre os evangélicos, o quadro é mais desfavorável ao governo: 64% desaprovam e 33% aprovam, com 3% não sabem ou não responderam. A margem de erro para esse grupo fica em 4 pontos percentuais.
No conjunto, o cenário geral aponta 49% de desaprovação e 48% de aprovação, com 2% não sabem ou não responderam. A margem de erro somada indica estabilidade com leve movimento a favor do presidente.
Católicos
A nova leitura mostra aumento na taxa de aprovação entre católicos, de 50% para 54%. A desaprovação recuou de 47% para 44%. O restante permanece indeciso ou não respondeu.
A variação mensal não altera o viés predominante de apoio ao governo entre esse grupo, conforme o levantamento divulgado pela Quaest. Os dados ampliam o quadro de avaliação relativo ao atual mandato.
Evangélicos
A margem favorável ao governo entre evangélicos continua estreita, com 33% aprovando e 64% desaprovando. O índice de indecisos é de 3%. A leitura reforça o contraste com o segmento católico.
A Quaest aponta que a mudança interna no grupo evangélico contribui para o panorama geral, ainda que sem alterar a tendência de reprovação expressiva nesse público.
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