- Tarique Rahman, exilado há mais de dezessete anos, anunciará retorno ao Bangladesh em 25 de dezembro, antes das eleições nacionais marcadas para 12 de fevereiro.
- O governo interino fixou a data das eleições para fevereiro de 2026, ampliando a urgência para o retorno de Rahman.
- A saúde de Khaleda Zia piorou, estando internada desde 23 de novembro com uma infecção no pulmão; agentes opositores aumentam o temor de violência eleitoral.
- Agressões a líderes estudantis e ataques políticos elevam o risco de violência durante a campanha, com ataques a um líder estudantil em Dhaka e acusações de partido do governo.
- O Jamaat-e-Islami, antiga aliada do BNP, ganhou fôlego na mobilização estudantil, enquanto o governo da Awami League intensifica restrições políticas e há previsões de perturbação no pleito.
Rahman, líder do BNP, retorna ao Bangladesh após mais de 17 anos em exílio. A volta está marcada para 25 de dezembro, conforme anúncio feito pela direção da legenda. O país se prepara para as eleições nacionais previstas para fevereiro de 2026.
O governo interino fixou a data oficial para 12 de fevereiro. O ambiente político é tenso, com o agravamento da saúde de Khaleda Zia e ataques a líderes estudantis que elevam o temor de violência eleitoral.
Retorno de Rahman e contexto político
Tarique Rahman, atual presidente do BNP, passou anos no exterior e deverá apresentar-se ao público e às bases do partido ao retornar. A movimentação ocorre em meio a repressões anteriores contra o BNP e a resistência do governo de Hasina. A participação do partido é considerada crucial para as possibilidades eleitorais.
O cenário envolve ainda a oposição com maior presença de tensões entre grupos estudantis e partidários. A política local enfrenta acusações de irregularidades e riscos de contendas, enquanto autoridades de segurança ressaltam que pretendem manter a ordem durante o processo.
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