- O conselho do Kennedy Center, em Washington, votou pela renomeação da instituição, que passa a ser chamada Trump-Kennedy Center, conforme anúncio da Casa Branca nesta quinta-feira.
- A mudança faz parte de esforço da gestão Trump para remodelar instituições culturais da capital, gerando críticas sobre falta de voz pública e possíveis entraves legais.
- A Casa Branca afirmou que a renomeação reflete o trabalho do presidente Trump nos últimos meses para reconstruir, financiar e elevar a reputação do prédio.
- Críticos citam lei federal que proíbe a criação de novos memoriais ou placas em áreas públicas do Kennedy Center após dezembro de mil novecento e oitenta e três.
- A deputada Joyce Beatty afirmou que a decisão não foi unânime e que não pôde falar durante a votação, classificando a renomeação como uma tentativa de contornar a lei.
O conselho do Kennedy Center, instituição de artes e cultura em Washington, DC, aprovou a renomeação para Trump-Kennedy Center, conforme anúncio da Casa Branca. A mudança ocorreu após votaçao unânime dos diretores, destacando o papel do presidente Donald Trump na reconstrução e financiamento do espaço.
A decisão surge num contexto de esforços da gestão Trump para reconfigurar instituições culturais na capital dos EUA. A Casa Branca justificou a renomeação pela suposta contribuição de Trump para a recuperação do edifício e melhoria financeira da instituição.
Críticas à mudança apontam para uma lei federal que restringe memorials no Kennedy Center. O decreto vigente proíbe novas designações em áreas públicas desde 1983, e o tema tem gerado embates entre apoiadores e opositores.
A liderança do Kennedy Center passou a ocupar o cargo de presidente do conselho com a alegação de necessidade de renovação institucional, segundo relatos da imprensa. Parlamentares e ex-membros têm reagido, destacando divergências sobre participação pública e legalidade do procedimento.
Joyce Beatty, congressista e membro ex-officio do conselho, afirmou publicamente que a decisão não foi unânime e que houve dúvidas sobre o processo. A parlamentar ressaltou que não houve oportunidade de oposição durante a votação.
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