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Críticos de Trump elogiam apuração da Vanity Fair; aliados a veem como ataque

Críticos elogiam a entrevista da Vanity Fair com Susie Wiles e os retratos diretos da cúpula; aliados acusam manipulação e golpe midiático

White House chief of staff Susie Wiles at the Kennedy Center in Washington DC on 10 November 2025.
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  • Críticos à administração Trump elogiaram a entrevista da Vanity Fair com Susie Wiles, chefe de gabinete, e as fotos sem retoques que mostram a equipe de Trump, enquanto aliados a veem como peça promocional.
  • A matéria reúne 11 entrevistas com Wiles, com ela falando de colegas e descrevendo Trump como “personalidade de alcoólatra”, JD Vance como “teórico da conspiração há uma década” e Russell Vought como “zealot de direita”.
  • As fotografias de Christopher Anderson, que mostram Wiles, Stephen Miller, Karoline Leavitt e o secretário de Estado Marco Rubio, geraram debate nas redes sobre glamourização versus retrato crítico.
  • Aliados de Trump defenderam a reportagem, acusando-a de manipulação e de prejudicar quem trabalha na Casa Branca; Rubio, Hegseth, Scalise e Luna fizeram críticas à revista, sem contexto.
  • A cobertura ganhou contornos adicionais após o New York Times divulgar que Whipple compartilhou um áudio de Wiles sobre Elon Musk usando ketamina; Anderson negou qualquer edição ou retoco nas imagens.

Susie Wiles, chefe de gabinete, concedeu entrevistas para a Vanity Fair sobre o funcionamento interno da Casa Branca, em meio a uma matéria que inclui retratos de alto contraste dos principais auxiliares de Trump. A revista listou 11 entrevistas conduzidas por Chris Whipple.

A reportagem gerou debates: críticos elogiaram a apuração e as fotos sem retoques, consideradas um escrutínio necessário do núcleo do governo. Amigos de Trump defenderam o trabalho, classificando-o como arbitrário e prejudicial à imagem da equipe.

As imagens, capturadas por Christopher Anderson, mostraram Wiles, seu delegado Stephen Miller, a porta-voz Karoline Leavitt e o secretário de Estado Marco Rubio em retratos próximos e intensos. A circulação das fotos levantou dúvidas sobre o objetivo fotográfico da publicação.

Reações e veracidade

Wiles reagiu, descrevendo a matéria como desonestamente enquadrada, enquanto Rubio afirmou que as fotos e falas foram apresentadas sem contexto. Defensa de cargos políticos também criticou a peça, alegando manipulação de edição e de conteúdo.

A revista defendeu o material fotográfico, com o fotógrafo destacando que não houve retouching de marcas ou enfermidades. Anderson afirmou ter mantido o estilo de retratos próximos, alegando revelar a visão do momento sem alterar características.

Apolinado, o jornal The New York Times informou que Whipple tinha divulgado um áudio de Wiles comentando sobre Elon Musk, episódio que a entrevistada nega posteriormente. A cobertura também mencionou controvérsias em torno de imagens de Leavitt.

Outras leituras públicas combinaram reações variadas: apoiadores de Trump defenderam a equipe e atacaram o veículo, enquanto críticos ressaltaram a importância de transparência sobre o funcionamento da administração.

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