- A Justiça italiana adiou pela terceira vez o julgamento sobre a extradição de Carla Zambelli, marcando para janeiro de 2026.
- A defesa pediu o adiamento após o STF enviar ao tribunal informações sobre o cumprimento da pena no Brasil.
- Zambelli foi condenada pelo crime de autoria intelectual na invasão ao CNJ e está detida na Itália; no Brasil, soma pena por outros crimes relacionados.
- No Brasil, ela cabe cumprir dez anos de prisão na Colmeia, penitenciária feminina do Distrito Federal, e já tem condenação de cinco anos e três meses por porte ilegal de arma e constrangimento.
- A deputada renunciou ao mandato durante tramitação de cassação; o suplente Adilson Barroso assumiu a vaga.
Pela terceira vez, a Justiça italiana adiou o julgamento sobre a extradição da ex-deputada Carla Zambelli. O caso segue em Roma, após defesa solicitar adiamento com base em documentos do STF sobre o cumprimento da pena no Brasil.
Zambelli, filiada ao PL de São Paulo, foi condenada no Brasil pela autoria intelectual da invasão ao CNJ e acumula pena de 10 anos. Além disso, recebeu 5 anos e 3 meses por porte ilegal de arma e constrangimento. Ela renunciou ao mandato, e Adilson Barroso assumiu a vaga.
A defesa argumenta que o recebimento dos documentos do STF justifica a prorrogação. A audiência ocorreu com participação presencial de Zambelli e durou poucos minutos. Contudo, a Vara de Roma já havia adiado o julgamento devido a greve e a questões processuais anteriores.
Contexto recente
O STF encaminhou informações sobre as condições do sistema prisional brasileiro, usadas para embasar a defesa. No Brasil, a pena será cumprida na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia. O Ministério Público italiano já havia se manifestado pela extradição.
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