- O presidente Donald Trump assinou um decreto que reclasifica a maconha, tirando-a da lista de drogas mais perigosas e colocando-a na categoria Schedule III.
- A medida não legaliza o uso recreativo, mas acelera o caminho para pesquisas sobre usos médicos da planta, que eram ilegais a nível federal.
- A assinatura ocorreu no Despacho Oval, com pacientes, um veterano, médicos e empresários do setor presentes.
- A ideia é beneficiar pacientes com doenças graves, cânceres agressivos, convulsões e outros transtornos, além de veteranos e idosos com problemas médicos crônicos.
- A decisão pode abrir um processo que, segundo a Administração de Controle de Drogas (DEA), pode ser concluído até o próximo verão.
O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto para retirar a maconha da lista de drogas mais perigosas. A mudança visa reclassificá-la, permitindo pesquisas médicas com a substância. A ação não autoriza uso recreativo.
A medida desloca a maconha para uma categoria menos restritiva, junto a substâncias como codeína, ketamina e alguns esteroides. O objetivo é facilitar estudos clínicos e ampliar opções terapêuticas sob supervisão federal.
Trump fez o anúncio no Despacho Oval, cercado por pacientes, um veterano em uniforme, médicos e empresários do setor de cannabis. O presidente afirmou ouvir pessoas que sofrem há décadas com dor.
A promessa é beneficiar pacientes com doenças graves, como câncer, convulsões e transtornos neurológicos, veteranos com lesões de serviço e idosos com quadros crônicos. A expectativa é acelerar pesquisas com canabinoides.
Segundo dados oficiais, a mudança não legaliza uso recreativo ou despenaliza posse. A reclassificação busca reduzir entraves para financiamento, pesquisa e acesso a tratamentos por meio de programas públicos.
A decisão aponta para um caminho gradual. A Administração de Controle de Drogas (DEA) estimou que o processo completo pode ocorrer até o próximo verão, com etapas regulatórias e avaliações técnicas.
Há resistência entre parte de membros do partido republicano. Mais de 20 senadores assinaram carta pedindo manter a maconha na Lista I, citando riscos à saúde, à segurança e à eficácia de políticas de combate às drogas.
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