- Moraes negou o pedido de prisão domiciliar a Jair Bolsonaro, mas autorizou cirurgia para tratar hérnia.
- A cirurgia foi liberada após a Polícia Federal enviar ao ministro o laudo da perícia médica.
- O documento aponta hérnia inguinal bilateral e uma piora progressiva no quadro de saúde, possivelmente causada por aumento da pressão intraabdominal devido a soluços e tosse crônica.
- A defesa informou em nove de dezembro que a intervenção cirúrgica era imediata; Moraes determinou a perícia pela Polícia Federal dois dias depois.
- A decisão não prevê prisão domiciliar nem outras medidas de detenção.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta sexta-feira 19 o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro. A decisão mantém o ex-presidente sob atual regime, enquanto autoriza a realização de cirurgia para tratar hérnia.
A liberação para a cirurgia ocorreu após a Polícia Federal enviar ao STF o resultado da perícia médica. O laudo aponta hérnia inguinal bilateral e indica a necessidade de intervenção cirúrgica para o tratamento definitivo.
De acordo com o documento, houve piora progressiva no estado de saúde do ex-presidente, com a explicação de aumento da pressão intraabdominal decorrente de soluços e tosse crônica, contribuindo para a condição clínica.
Timeline: em 9 de dezembro a defesa informou a urgência de uma intervenção cirúrgica. Dois dias depois, Moraes determinou a realização de uma perícia pela PF para confirmar a alegação.
Em atualização.
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