- Representantes Ro Khanna e Thomas Massie formaram uma coalizão bipartidária para manter a procuradora-geral Pam Bondi em desacato ao Congresso.
- Outros parlamentares reagiram após a divulgação dos documentos, com opções legais sendo estudadas pelos democratas na comissão de Supervisão e Justiça.
- Cinco deputados de ambos os lados já enviaram carta a Bondi solicitando um briefing sobre planos de conformidade antes do prazo.
- O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, acusou o governo de ocultar informações e disse que democratas trabalharão com advogados das vítimas para apurar o que está sendo retido.
- Alexandria Ocasio-Cortez disse nas redes sociais que Bondi “deveria renunciar” e que todos os envolvidos terão que responder pelos fatos.
Representantes Ro Khanna e Thomas Massie articulam uma coalizão bipartidária para manter a procuradora-geral Pam Bondi em desacato ao Congresso, em reação direta à divulgação dos arquivos ligados a Epstein. A medida ocorre após a liberação de documentos fortemente redigidos, alvo de críticas entre republicanos e democratas.
A divulgação ocorreu na véspera do fim de semana, levando republicanos e democratas a analisar opções legais diante do material divulgado, que muitos classificam como inadequado ou incompleto. A gestão é acusada de ocultar informações relevantes, segundo parte das legendas, o que intensifica pressões por transparência.
Antes do prazo, cinco congressistas de ambos os lados já haviam pedido a Bondi um briefing sobre planos de cumprimento da lei e de acesso aos dados. O grupo inclui senadores de distintas correntes que querem entender a conformidade com normas federais e o que foi retido nos documentos.
Na sexta-feira à noite, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez publicou mensagens públicas chamando Bondi à responsabilidade e sugerindo consequências para todos os envolvidos. As declarações ressaltam a tensão entre a transparência governamental e a proteção de informações sensíveis.
Reações e próximas etapas
Diversos parlamentares destacam que a liberação pode ter consequências políticas significativas. Houve apelos para investigações adicionais e para esclarecimentos sobre o conteúdo não redigido dos arquivos. A defesa dos direitos de vítimas tem sido citada como uma das motivações para a continuidade das apurações.
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