- A Polícia Federal criou esquema de segurança para a internação de Jair Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília, para uma hérnia prevista para quinta-feira (25).
- O ministro Alexandre de Moraes autorizou a transferência do ex-presidente da sede da PF para o hospital, com desembarque nas garagens da unidade.
- Moraes determinou vigilância e segurança 24 horas por dia, com no mínimo dois policiais federais na porta do quarto e equipes adicionais dentro e fora do hospital.
- Foi proibida a entrada de computadores e celulares no quarto, exceto para equipamentos médicos.
- O ex-presidente ficará internado entre cinco e sete dias para acompanhamento after o procedimento; a defesa informou possibilidade de dois procedimentos cirúrgicos, mas a segunda intervenção pode ficar para outra ocasião. A esposa Michelle Bolsonaro poderá acompanhá-lo durante toda a internação; demais visitas dependem de autorização judicial.
A Polícia Federal instalou um esquema de segurança para a internação de Jair Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília. O ex-presidente será submetido a uma cirurgia para tratar hérnias inguinais.
A transferência ocorreu da sede da PF para o hospital, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. O trajeto foi feito de forma discreta, com o desembarque nas garagens do DF Star.
Bolsonaro deixou a sede da PF por volta de 9h30, entrando no hospital pelo subsolo. Ele fica em uma área separada dos demais pacientes, com acesso restrito.
Medidas de segurança e procedimentos médicos
Moraes determinou vigilância completa do custodiado e do hospital, com equipes de prontidão. Devem permanecer, no mínimo, dois policiais federais na porta do quarto 24 horas por dia.
Também ficou proibida a entrada de computadores e celulares na suíte, salvo equipamentos médicos. A exceção é para a equipe médica em atuação no procedimento.
A defesa indicou dois procedimentos: cirurgia de duas hérnias inguinais e bloqueio do nervo frênico para soluços. A equipe médica avalia realizar apenas a cirurgia de hérnia neste momento.
A previsão inicial é de internação entre cinco e sete dias para acompanhamento pós-operatório, conforme avaliação médica. A Procuradoria-Geral da República concordou com os procedimentos médicos.
Michelle Bolsonaro foi autorizada como acompanhante durante toda a internação. Demais visitas dependerão de autorização judicial prévia, conforme decisão de Moraes.
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