- Em 24, o perfil oficial do Departamento de Estado dos EUA em português divulgou uma mensagem de Marco Rubio sobre a reaproximação com o Brasil, após meses de tensão.
- Rubio disse que houve duas conversas telefônicas e uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Donald Trump, com progressos, incluindo no comércio, e que há mais trabalho a fazer.
- No mês anterior, o governo dos Estados Unidos retirou a sobretaxa de 40% na importação de diversos produtos brasileiros, como café, frutas, sucos, cacau, bananas, laranja, tomate e carne bovina.
- Em 12 de dezembro, a gestão de Donald Trump removeu o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da lista de sancionados com base na Lei Magnitsky.
- A partir de setembro, contatos diretos entre Trump e Lula contribuíram para desarmar a tensão bilateral.
O Departamento de Estado dos EUA, em perfil oficial no X, divulgou nesta quarta-feira 24 uma mensagem do secretário Marco Rubio sobre a reaproximação com o Brasil após meses de tensão. Rubio afirma que houve progresso, especialmente no âmbito comercial, e que os dois presidentes, Lula e Trump, mantiveram diálogo direto.
Segundo a gravação, o governo brasileiro recebeu duas conversas telefônicas e uma reunião entre Lula e Trump, consideradas passos positivos para o relacionamento bilateral. O texto também sinaliza que ainda há trabalho a ser feito, mesmo com os avanços observados.
A fala de Rubio destaca a percepção de bons laços entre as lideranças e interesse em ampliar cooperações em temas comuns. O tom é de continuidade de negociações, com foco em fortalecer o comércio e outros temas de interesse conjunto.
Contexto recente
- No mês anterior, houve a retirada de uma sobretaxa de 40% na importação de diversos produtos brasileiros, abrangendo itens como café, frutas, sucos, cacau, banana, laranja, tomate e carne bovina.
- Em dezembro, o governo dos EUA retirou Alexandre de Moraes da lista de sancionados sob a Lei Magnitsky, decisão tomada em meio a acirramento da tensão bilateral.
- A tensão bilateral intensificou-se no segundo semestre, com relatos sobre ações do STF que alimentaram críticas estrangeiras; desde setembro, contatos diretos entre Lula e Trump reduziram o atrito.
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