- O Ministério público especial da Coreia do Sul indiciou o ex-presidente Yoon Suk Yeol por violar a Lei de Arrecadação Política ao receber pesquisas de opinião ilegalmente, no valor total de 270 milhões de won, em dois mil e vinte e um e dois mil e vinte e dois.
- A acusação também envolve a esposa de Yoon, Kim Keon Hee.
- Os registros apontam que os levantamentos foram obtidos por meio de um poderoso intermediário.
- A divulgação oficial ocorreu nesta quarta-feira, em Seul, segundo a equipe de prosecutors especiais.
O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi indiciado pela equipe de procuradores especiais por violar a lei de arrecadação política ao supostamente receber pesquisas de opinião de forma ilegal. A acusação envolve recebimento total de 270 milhões de won em 2021 e 2022, via um intermediário influente. A esposa de Yoon, Kim Keon Hee, também é citada no caso.
Segundo o grupo de procuradores, as pesquisas teriam sido obtidas de um “power broker” durante o mandato de Yoon, sem que a operação fosse devidamente registrada. A denúncia aponta que os recursos teriam ampla influência sobre a imagem pública do ex-presidente. As autoridades não detalharam o intermediário.
A denúncia foi divulgada na manhã de quarta-feira por meio de comunicado do time especial de investigação. Yoon e Kim Keon Hee permanecem sob investigação enquanto o processo avança no sistema judicial sul-coreano. O caso intensifica o escrutínio sobre financiamento político no país.
Contexto
Antes, já havia relatos de investigações sobre supostos financiamentos irregulares ligados ao ex-presidente, com alegações de recebimentos de recursos para pesquisas de opinião. As autoridades buscam esclarecer a origem e o uso desses pagamentos.
Próximos passos
O processo seguirá nos tribunais, com possível apresentação de defesa e coleta de provas adicionais. A評ourticialização do caso pode provocar desdobramentos políticos e legais relevantes para o cenário nacional.
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