- Carlos Bolsonaro, vereador, criticou em redes sociais as restrições e o aparato policial durante a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro para a oitava cirurgia desde o atentado de 2018.
- Bolsonaro continua internado sob vigilância de dois agentes da Polícia Federal 24 horas por dia, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
- Carlos afirmou que a movimentação ao redor do procedimento ultrapassa limites e gera um ambiente intimidatório, especialmente no Natal.
- O ex-presidente enfrentou restrições a acompanhantes e objetos pessoais, segundo o filho, que chamou a situação de repetitiva e incomum.
- O boletim médico informou que Jair Bolsonaro passou por cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral, segue em pós-operatório com analgésicos, fisioterapia e prevenção de trombose; há avaliação sobre novo procedimento para soluços nos próximos dias.
Carlos Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quinta-feira 25, as restrições durante a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A postagem ocorreu nas redes sociais, onde o vereador acompanhava a oitava cirurgia desde o atentado de 2018.
O ex-presidente permanece internado com vigilância de dois agentes da Polícia Federal 24 horas por dia, sob determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. O monitoramento ocorre durante o período hospitalar próximo ao Natal.
Segundo o filho, a movimentação em torno do procedimento ultrapassa limites razoáveis e cria um ambiente intimidatório. Ele destacou a resistência física de Bolsonaro, aos 70 anos, que tem passado por cirurgias quase que anualmente desde o atentado.
Carlos relatou ainda restrições incomuns a acompanhantes, como a proibição de objetos pessoais, incluindo relógios. A postagem associou as medidas a uma rotina de limitações repetidas, citando o contexto natalino de forma crítica.
Cirurgia e evolução clínica
O boletim médico divulgado hoje informa que Jair Bolsonaro foi submetido a cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral, realizada conforme o previsto e sem intercorrências. O procedimento ocorreu durante a internação, conforme agenda médica.
A nota descreve cuidados pós-operatórios com analgésicos, fisioterapia motora e prevenção de trombose. Também há avaliação sobre a necessidade de novo procedimento nos próximos dias para solucionar soluços persistentes.
A equipe médica responsável assina o relatório, listando Cláudio Birolini, Leandro Echenique, Brasil Caiado e o diretor-geral Allisson B. Barcelos Borges. O documento mantém o tratamento clínico como foco durante a recuperação.
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