- O presidente Lula determinou a abertura imediata de processo administrativo para expulsar um servidor da CGU flagrado agredindo mulher e criança em Águas Claras, no Distrito Federal.
- O servidor identificado como David Cosac Junior, 49 anos, aparece nas imagens agredindo a mulher e a filha durante a espera pelo elevador, em cerca de 20 segundos.
- A CGU abriu apuração administrativa, encaminhando o caso à Corregedoria-Geral da União e à Comissão de Ética; a designação de chefia do servidor foi revogada e ele está proibido de entrar nas dependências durante as investigações.
- A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso; não houve prisão em flagrante.
- O ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho, destacou que os fatos são gravíssimos e inaceitáveis, e que violência contra mulheres e crianças é crime, determinando as medidas administrativas cabíveis.
O presidente Lula determinou a abertura imediata de processo administrativo para expulsar um servidor da CGU flagrado agredindo uma mulher e uma criança no Distrito Federal. O episódio ocorreu em Águas Claras, na noite de 7 de dezembro, e motivou a atuação do governo diante de uma violação grave de conduta.
O ocorrido foi registrado por câmeras de segurança do prédio onde a vítima mora. O servidor envolvido foi identificado como David Cosac Junior, 49 anos, que estava acompanhado da ex-namorada e do filho dela no momento da agressão. A sequência durou cerca de 20 segundos e terminou com ambos caindo no chão; o agressor ainda golpeou a criança após o descontrole.
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso. Segundo o boletim, o homem afirmou ter encerrado o relacionamento e alegou desentendimentos. Não houve prisão em flagrante e as apurações seguem em andamento.
Medidas administrativas
A Controladoria-Geral da União informou que abriu apuração administrativa, com encaminhamento para a Corregedoria-Geral da União e para a Comissão de Ética. A designação de Cosac para função de chefia foi revogada, e ele está proibido de ingressar nas dependências da CGU durante as investigações.
Contexto institucional
O ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho, repudiou as imagens e classificou os fatos como gravíssimos e inaceitáveis. Afirmou que violência contra mulheres e crianças é crime e não pode ser tratada como conflito privado. Ele reforçou a adoção de providências cabíveis pela CGU.
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