- Michelle Bolsonaro comemorou o fim da cirurgia de correção de hérnia do ex-presidente Jair Bolsonaro, realizada sem intercorrências e com duração de cerca de três horas e meia.
- O procedimento foi solicitado pela defesa e autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na terça-feira.
- Bolsonaro foi transferido da Superintendência da Polícia Federal para o Hospital DF Star na terça-feira; ele cumpre pena de vinte e sete anos e três meses em regime fechado em Brasília.
- Peritos também avaliaram o quadro de soluços e entenderam que o bloqueio do nervo frênico é uma medida adequada a ser feita o quanto antes.
- A hérnia inguinal é explicada como protrusão de tecidos da parede abdominal na virilha, com possíveis aderências que dificultam o funcionamento do intestino.
Cirurgia para correção de hérnia de ex-presidente Jair Bolsonaro foi concluída com sucesso, segundo a família. Michelle Bolsonaro informou pelas redes sociais que a operação terminou sem intercorrências e que aguarda retorno da anestesia. O procedimento durou aproximadamente 3h30.
A cirurgia foi solicitada pela defesa de Bolsonaro e autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. O ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses em regime fechado, permanece preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele foi transferido para o Hospital DF Star na terça-feira (23).
A perícia médica apontou necessidade da intervenção para corrigir a hérnia inguinal bilateral. A decisão levou à transferência do paciente da PF para a unidade médica, onde o procedimento ocorreu nesta semana.
Contexto médico da intervenção
Especialistas explicam que a hérnia inguinal envolve protrusão de tecidos da parede abdominal na virilha, podendo causar desconforto e dor. Em casos bilaterais, o quadro pode exigir cirurgia para reconstrução da região.
Durante a avaliação, também foi considerado o quadro de soluços persistentes de Bolsonaro. Técnica avaliada envolve bloqueio do nervo frênico, com anestesia local, para reduzir a atividade do diafragma. A medida visa interromper os soluços quando não respondem a tratamentos habituais.
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