- Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão por suposta tentativa de golpe eleitoral, com prisão preventiva decretada.
- Ele foi detido no aeroporto de Assunção, no Paraguai, ao tentar fugir para El Salvador após romper a tornozeleira eletrônica.
- Vasques foi entregue à Polícia Federal brasileira na Ponte da Amizade, em Ciudad del Este, e levado para a sede da PF em Foz do Iguaçu.
- A transferência deve seguir para Brasília na manhã de sábado, para cumprir a pena após a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no STF.
- O ex-diretor era secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de São José, em Santa Catarina, e pediu exoneração após a condenação.
O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em processo ligado à suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A decisão foi declarada pelo STF, com prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Vasques foi detido no aeroporto de Assunção, no Paraguai, enquanto tentava fugir para El Salvador após romper a tornozeleira eletrônica. Ele foi entregue à Polícia Federal brasileira pela alfândega da Ponte da Amizade, em Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil.
Detenção e encaminhamento
Segundo a reportagem, o ex-diretor foi levado à sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR). De lá, deverá seguir, ainda neste sábado, para Brasília, para cumprir a pena após a decretação da prisão preventiva pelo STF.
Antes da condenação, Silvinei Vasques atuava como secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação do município de São José (SC). Ele pediu exoneração do cargo logo após o veredicto.
A prefeitura de São José agradeceu publicamente pela contribuição de Vasques. As informações são baseadas em nota do veículo e em registros oficiais sobre a decisão judicial.
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