- A Polícia do Paraguai divulgou passaporte e documento de identidade em nome de Julio Eduardo, paraguaio, usados para tentar entrar no Paraguai e seguir para El Salvador; o passaporte tem emissão em 6 de novembro de 2025.
- Silvinei Vasques afirmou que os documentos não eram seus, após checagem de números e impressões digitais.
- Ele já havia sido condenado a vinte e quatro anos e seis meses, com medidas cautelares que passaram a prisão preventiva pelo STF após o trânsito em julgado da ação.
- A prisão preventiva ocorreu após a comunicação da prisão no Paraguai, com a falha na tornozeleira levando o juiz a decretar a medida.
- Silvinei não foi localizado em casa no Natal, e investigações indicam fuga com veículo alugado e itens para transporte de cachorro; ele será encaminhado a Brasília para decisão sobre o local da prisão.
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, já havia sido condenado a cerca de 24,5 anos de prisão em ação penal relacionada a uma operação no Nordeste. As medidas cautelares incluíam tornozeleira eletrônica, mas houve falha na monitorização que levou a avisos de fuga.
Nesta sexta-feira, a Polícia do Paraguai informou ter encontrado documentos usados supostamente pelo ex-diretor para tentar entrar no país. Um passaporte e um documento de identidade estão em nome de Julio Eduardo, paraguaio. O passaporte tem emissão em 6 de novembro de 2025, dez dias antes do julgamento.
Silvinei confessou que os documentos não eram dele, segundo as autoridades do Paraguai. A prisão preventiva já foi decretada pelo STF, com base no andamento da ação penal. O ex-diretor não foi localizado em seu apartamento, no Natal, durante diligências realizadas por oficiais.
Documentos usados para entrada no Paraguai
As autoridades paraguaias checaram as numerações nos sistemas e compararam impressões digitais. A verificação confirmou a irregularidade, levando ao reconhecimento de que os documentos não pertencem a Silvinei. A divulgação ocorreu após apuração local.
Situação processual e localização
O ministro Alexandre de Moraes converteu as medidas cautelares em prisão preventiva. Silvinei não foi encontrado no endereço residencial durante a operação de busca, com indícios de fuga. Ele estaria com veículo alugado e itens para transporte de cachorro, incluindo ração e tapetes higiênicos.
Silvinei deve ser encaminhado a Brasília para decisão sobre o local onde cumprirá a prisão preventiva. As informações indicam que ele permanece como alvo de repressão policial e jurídica no âmbito da Justiça brasileira. Fonte: apuração de veículos oficiais e informações de tribunais.
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