- O senador Magno Malta pediu a suspensão do recesso para o Congresso apurar denúncias graves envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes e o Banco Master.
- A solicitação tramita no Senado e já foi encaminhada ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, com foco em medidas de fiscalização pela CAE.
- A representação criminal, assinada por Malta, Eduardo Girão e Damares Alves, aponta possível crime de advocacia administrativa envolvendo Moraes e o Banco Master.
- Há indicação de conflito de interesses pela relação entre Moraes e o Banco Master, cuja controladora é Daniel Vorcaro, com a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, tendo contrato com o banco.
- A CAE foi solicitada a convocar Galípolo, Viviane Barci de Moraes e Daniel Vorcaro para prestar esclarecimentos públicos; o pedido aguarda análise da Presidência.
O senador Magno Malta protocolou um pedido ao Senado para suspender o recesso e permitir a apuração de denúncias envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes e o Banco Master. A solicitação visa medidas de fiscalização pela CAE, buscando transparência e legitimidade institucional.
O documento foi encaminhado ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e envolve uma representação criminal já enviada à PGR por Malta, Eduardo Girão e Damares Alves. O texto aponta indícios de advocacia administrativa relacionados ao ministro e ao Banco Master.
A denúncia aponta possíveis conflitos de interesse envolvendo o Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, e a atuação de Moraes com relação ao Banco Central. A esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, mantinha contrato com o banco, o que é citado como possível elo de ligação com órgãos públicos regulados pelo BC.
Participantes e próximos passos
Entre os citados para esclarecimentos estão Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, Viviane Barci de Moraes e Daniel Vorcaro. A CAE poderia ouvir as partes e esclarecer os fatos, mediante convocação. O pedido ainda aguarda análise da Presidência do Congresso.
Magno Malta ressalta que a iniciativa não antecipa condenação, mas usa o poder de fiscalização do Legislativo para defender a integridade institucional. Segundo ele, a paralisação do recesso sem resposta pode fragilizar a credibilidade das instituições.
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