- Advogados de Silvinei Vasques pedem que a prisão preventiva seja cumprida em Santa Catarina, preferindo São José ou Florianópolis, por vínculos familiares, sociais e profissionais no estado.
- Caso não seja viável, a defesa solicita a prisão na Papuda (Complexo Penitenciário da Papuda, Distrito Federal), citando condições diferenciadas.
- Vasques foi preso no Paraguai na sexta-feira (26), após romper a tornozeleira e tentar embarcar para El Salvador; ele foi interceptado no Aeroporto Silvio Pettirossi.
- O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal no mesmo dia da captura.
- A defesa ressalta que Vasques já serviu na Polícia Militar de Santa Catarina e aponta risco de segurança no sistema prisional; há registro de intercorrências na Papuda durante o período de prisão anterior.
Dois a cada parágrafo, o conteúdo visa esclarecer o que aconteceu, quem está envolvido, onde e por quê. O texto apresenta os últimos desdobramentos do caso envolvendo Silvinei Vasques e a prisão preventiva decretada pelo STF.
Os advogados do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, apresentaram neste sábado 27 um pedido para que ele cumpra a prisão preventiva em Santa Catarina, preferencialmente nas cidades de São José ou Florianópolis. O objetivo é manter vínculos familiares, sociais e profissionais no estado.
A defesa argumenta que a manutenção de tais vínculos favorece a estabilidade da custódia e a integridade do investigado, além de facilitar a ampla defesa. Caso não haja viabilidade, pleiteiam a prisão na Papuda, no Distrito Federal, em área conhecida como Papudinha.
Pedido de cumprimento em Santa Catarina
Vasques foi preso na sexta-feira 26 no Paraguai, após romper a tornozeleira eletrônica em Santa Catarina e tentar embarcar para El Salvador. A interceptação ocorreu no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção.
No mesmo dia, o ministro do STF Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-diretor da PRF. Vasques havia sido condenado a 24 anos e seis meses de prisão pela prática de ordens de operações no Nordeste com o objetivo de influenciar votos de eleitores identificados com Lula, em 2022.
A defesa ressalta que o histórico de serviço público em Santa Catarina, incluindo passagem pela Polícia Militar, configura um elemento de avaliação de risco. O texto acrescenta que, durante cerca de um ano na Papuda, houve registros de assédio e ameaças, ainda que sob a supervisão da prisão.
A linha de defesa mantém que a escolha pelo local de custódia deve considerar vínculos, riscos reais e condições de segurança, buscando um local mais estável para o cumprimento da pena, sem contrariar decisões judiciais.
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