- Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, foi preso no Paraguai ao tentar fugir para El Salvador com documentos falsos.
- A Polícia Federal transferiu-o para Brasília; ele já passou a noite na sede da PF em Foz do Iguaçu, antes de chegar à capital.
- O STF ainda analisa a custódia; a defesa pediu que cumpra prisão preventiva em Santa Catarina para evitar transferência à Papuda.
- Caso a custódia permaneça no Distrito Federal, há proposta de acomodação no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, separado de presos comuns.
- Defesa sustenta que, por ter sido agente de segurança pública, Silvinei enfrentaria riscos acrescidos em prisões comuns; há relatos de assédio e ameaça na Papuda durante a prisão preventiva.
Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, foi preso no Paraguai ao tentar sair do país com documentos falsos e seguir para El Salvador. Ele foi transferido para a PF em Foz do Iguaçu e, na sequência, encaminhado a Brasília. O STF analisa a custódia.
A defesa pediu ao STF que o ex-diretor cumpra prisão preventiva em Santa Catarina, em São José ou Florianópolis, para evitar transferência à Papuda, em Brasília. A decisão ficará a cargo do ministro Alexandre de Moraes.
Pedido ao STF e situação da custódia
Os advogados alegam riscos de segurança decorrentes de ser um agente de segurança pública, apontando “riscos objetivos acrescidos” em prisões comuns. Também mencionam assédio e ameaças durante a prisão preventiva na Papuda.
Se Moraes mantiver a custódia no DF, a defesa sugere que Vasques seja encaminhado ao 19º Batalhão da PM, conhecido como Papudinha, junto ao Complexo da Papuda. A unidade abriga militares e autoridades com Sala de Estado-Maior.
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